Já li...

...o relatório do FMI sobre o Estado em Portugal. Lembram-se do Memorando, que era um documento brilhante, feita por técnicos "estrangeiros" brilhantes e que afinal foi feito por técnicos portugueses, com base, naturalmente, em informação e objectivos definidos internamente? 

Pois, agora é a mesma coisa, só que feita com a ajuda exclusiva dos 11 ministros, incluindo Carlos Moedas, e com agradecimentos explícitos a três secretários de Estado e a uma coisa chamada Esame. Por outras palavras, um relatório feito por encomenda, com um objectivo central definido num "initial benchmark exercise (which the mission team broadly agrees with)", isto é, os tais 4 mil milhões de euros de cortes. Tentarei ser mais explícito. Mas uma coisa é certa: este relatório caiu numa democracia e vai ser escrutinado, ai isso vai. 

Pedro Lains

Afinal o Governo participou no Relatório do FMI

Por isso é que o Carlos Moedas achou o documento fantástico! E logo este suprasumo do interesse privado no Estado...




O já polémico relatório do FMI tendo em vista cortes na despesa pública conta com a colaboração de todo o Governo. No prefácio, é possível ler que os especialistas do Fundo consultaram onze ministros e contaram com a colaboração de vários secretários de Estado.

Relatório do FMI: Ver aqui



Professor... mente

"Eu acho cada vez mais piada ao Professor Marcelo. Não estuda nem prepara o que diz, apenas recebe as encomendas e despacha "o serviço" de acordo com as suas "tele-informações". Mau exemplo para os jovens alunos da FDL e futuros advogados. 

Por acaso a primeira Universidade de Verão realizada em Portugal, foi organizada pelo PS no final dos anos 90, pela ex deputada, professora e socióloga do ISCTE, Maria Carrilho. Foi depois retomada por António José Seguro em 2003. A ideia e o conceito pertencem ao PS, não à JSD.

O Professor Marcelo voltou a faltar à verdade, nos factos, na substância, no objecto e no sujeito. Nem sequer "acerta" no organizador, é o PS e não a JS! É demasiado mau para entretenimento em "prime time", mesmo que fora do "serviço público"...

É uma anedota que passe por informação séria misturada com opinião isenta aquilo que ele faz em palco. É apenas um "Malucos do Riso" com "alto patrocínio"!

É a "herança mediática" que temos, um ramalhete de "estrelas residentes", algumas por mérito próprio (como é o caso do distinto constitucionalista comentador ex lider do PSD e proto-pseudo-candidato a PR) , outras por força das "utilidades avençadas", com excesso de palco e holofote, que botam faladura sobre tudo e mais alguma coisa, que dizem tudo e o seu contrário, sem justificação aparente que não a do "entretenimento" e a "prestação de serviços". 

in: Câmara de Comuns

"Estamos a ser governados por rapazes que não sabem o que estão a fazer"


"Isto é um absurdo total, estamos a ser governados por rapazes que não sabem o que estão a fazer. Criam as situações e depois não têm qualquer resposta para as implicações que elas têm"

Domingues de Azevedo, Bastonário da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas

O bastonário dos oficiais de contas considerou hoje absurdo que as empresas ainda não saibam se terão que pagar duodécimos no final de janeiro, acusando o Governo de não ter resposta para as dificuldades que cria.

Duas frases excepcionais!



Estou convencido que Passos Coelho vai ser um primeiro-ministro que vai marcar a História do nosso país, nasceu para este lugar, tem um sentido de responsabilidade…
Quando os membros do meu Governo não tiverem a minha confiança não estarão no meu Governo.
 in: aspirina b

Catroga: A essência da verdade do PSD


O Ponto de Viragem que seria 2012 (e foi... para pior)

"Vítor Gaspar prometeu, no dia 17 de Janeiro, que 2012 iria marcar um ponto de viragem. Marcou. 
 
Um ponto de viragem para mais de um milhão de portugueses desempregados; um ponto de viragem para os milhões que ainda têm emprego mas têm ordenados em atraso ou cujo rendimento não chega para as despesas; um ponto de viragem para os milhares de empresas que foram falindo ao longo do ano; um ponto de viragem para os milhares de desempregados que estavam a receber subsídio de desemprego e deixaram de receber; um ponto de viragem para os milhares de portugueses, novos e velhos, que se viram obrigados a emigrar deixando para trás a família e a terra que os viu nascer; um ponto de viragem para os milhares de familiares de quem parte, mulheres e filhos de emigrantes que nunca pensaram que Portugal iria voltar aos anos 50 e 60; um ponto de viragem para centenas de milhar de pensionistas que ajudam a equilibrar as contas mensais de filhos e netos e que viram as suas contas encolher ainda mais com os cortes e aumentos de impostos; um ponto de viragem para os que já eram pobres antes da crise e que agora tem de depender da caridade alheia para conseguir sobreviver; um ponto de viragem para os milhares de crianças da antiga classe média que agora vão para a escola de barriga vazia; um ponto de viragem para os milhões que acharam que os valores da liberdade, da democracia e do bem estar social seriam perenes e que nenhum político, nenhum Governo se atreveria a tocar neles; um ponto de viragem para a própria democracia, que viu multiplicar os actos de violência policial, as perseguições políticas, os julgamentos de inocentes como modo de intimidação; um ponto de viragem para a liberdade de expressão, ameaçada por pressões económicas e políticas sobre jornais e outros media; e um ponto de viragem para a esperança que, de ano para ano, ainda nos fazia acreditar nas pessoas que elegemos e que nos foram governando, para a esperança de que os nossos filhos iriam viver melhor e com mais liberdade e garantias do que nós.


E sobretudo 2012 foi um ponto de viragem para os grandes homens e mulheres do país: para Eduardo Catroga que conseguiu o lugar que há muito merecia e para Isabel Jonet, que cavalgou a trip mediática da sua vida à conta da pobreza. 
Para José Luís Arnaut, que ganhou o seu merecido lugar na REN, e para o Dr. relvas, que vai conseguindo orientar a sua vida para os tempos que se seguirão ao Governo. 
Para Oliveira e Costa, que continua livre da prisão, e para o reformado Cavaco Silva, que continuará livre da investigação enquanto continuar a promulgar os Orçamentos de Estado deste Governo. 
Para Dias Loureiro, que vai para o Brasil passar um fim-de-ano de luxo com o dinheiro que os contribuintes portugueses injectaram no BPN, e para todos os responsáveis das PPP's que continuam a ter as suas rendas asseguradas. 
Para os bancos portugueses, que receberam milhares de milhões de recapitalização (cujos juros somos nós que pagamos) apenas para que pudessem voltar a ter lucros e a distribuir dividendos pelos accionistas. 
Para Paulo Portas, que enquanto se mantiver a coligação viva, poderá continuar a ver sobreiros e submarinos submersos. E sobretudo um ponto de viragem para Pedro Passos Coelho, adorado pela manada de bovinos sabujos até ao fim e odiado pela maioria. Mas não importa, porque a Passos Coelho não interessam as eleições, a legitimação do povo. Quando a limpeza acabar, não faltarão lugares nas administrações das empresas que agora estão a beneficiar dos negócios que o Governo está a fazer. Uma Tecnoforma ou uma qualquer Fomentivest esperam por ele. 
 
O ponto de viragem já aconteceu, está a acontecer, vai acontecer. Vítor Gaspar está de parabéns. Estamos todos."
 
Sérgio Lavos - Arrastão

"RTP JÁ ENCARRILOU COM O GOVERNO"

Pronto, já está: os noticiários da RTP já estão alinhadinhos com o Governo. Há dias vi um em que as primeiras cinco notícias metiam Governo. É o que querem os "defensores de serviço público", pois que sobre isto nunca nada dizem. É isto que querem todos os partidos, porque aos da oposição a RTP dá migalhas que lhes chegam para sustento, que nós, não eles, pagamos.

Então e agora ninguém fala da nacionalização do BANIF?

O Governo começou o ano a nacionalizar o BANIF.

Um banco que se previa requerer cerca de 200 milhões, solicitou 1,1 mil milhões de euros. Qualquer coisa como 90% do capital do Banco (o que nos leva a suspeitar de muita coisa).

Apesar desta ser uma das poucas formas de evitar males maiores, ainda não ouvimos uma palavra daqueles "paladinos da verdade" - agora, apoiantes do atual governo - que disseram as maiores tropelias quando o BPN teve de ser nacionalizado pelo governo de José Sócrates para fazer face às brincadeiras de Oliveira e Costa, Dias Loureiro, Duarte Lima, etc. 

Pede-se coerência....

O Exemplo do Dr. Relvas (Vá para fora, lá fora)




O ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, foi passar os últimos dias do ano ao Rio de Janeiro, Brasil, e esteve num dos mais luxuosos hotéis da “Cidade Maravilhosa”, o emblemático Copacabana Palace.

Mas não foi o único. O ex-administrador da SLN, holding que era detentora de 100% do BPN – Banco Português de Negócios, Dias Loureiro, e o ex-ministro das Cidades, Administração Local, Habitação e Desenvolvimento Regional, José Luís Arnaut, também lá estiveram.

Localizado na Praia de Copacabana, o hotel que Miguel Relvas escolheu para passar uns dias de descanso, e que pertence ao grupo Orient-Express, tem hospedado ao longo de décadas membros da realeza, estrelas de cinema, teatro e música, assim como políticos e empresários. Desde que Fred Astaire e Ginger Rogers dançaram juntos no filme Flying Down to Rio com o Copacabana Palace como cenário principal, o hotel tornou--se internacionalmente conhecido.

A diária no Copacabana Palace, que reabriu a 12 de Dezembro, depois de extensas obras num valor estimado superior a 10 milhões de euros, custa um mínimo de 600 euros e o preço médio por dormida é de 800 euros, sem incluir taxas de serviços de hotel ou pequeno-almoço – e a preços de balcão. Uma refeição no hotel pode custar bem mais que a pernoita e os preços sobem em época alta, como acontece nos períodos de Natal e Ano Novo.

O Copacabana Palace tem um total de 243 apartamentos e suites. Todas as acomodações são projectadas de forma individual com móveis de época e obras de arte originais e possuem vista para o mar e amplas salas de estar.

Miguel Relvas é cidadão honorário do Rio de Janeiro desde 2008, mas, pelo menos até há alguns anos, era na Baía onde passava – segundo dizia – as melhores férias da sua vida. De resto, as viagens ao Brasil, em trabalho ou turismo, são uma constante desde o tempo de Santana Lopes, quando era secretário-geral do PSD. A regularidade aumentou quando Relvas iniciou a sua actividade como gestor e consultor de empresas privadas, em 2006. A partir de 2009, ano em que se dedicou exclusivamente à gestão e consultoria na Kapaconsult, Finertec e na Alert, a multinacional portuguesa de software clínico, as idas ao outro lado do Atlântico tornaram-se ainda mais frequentes, até à sua entrada para o governo.

O Copacabana Palace está longe de padecer dos males que afectam a hotelaria em Portugal, sobretudo na região do Algarve. Mesmo tendo em conta a diferença de temperaturas – em Portugal é Inverno, enquanto no Rio de Janeiro é Verão –, e de preços, nunca antes as taxas de ocupação em território nacional atingiram níveis tão baixos.

Este ano, 16% dos hotéis portugueses encerraram na época baixa. Só no Algarve, e de acordo com dados da Associação da Hotelaria de Portugal citados pelo jornal “Expresso”, quase metade dos hotéis (48%) fecharam esta estação por falta de turistas.

in: i online

Primeiro dia de trabalho político no país: Resultado - Indignação

"A SIC Notícias noticiou 4 decisões fantásticas que provam que o governo, mesmo desorientado, não pára de nos fecundar. A bem da nação:

1 - O ministro Relvas delegou no ministro sombra António Borges a resolução da privatização da RTP/RDP. Afinal já não se privatiza: extingue-se a RTP2 e as outras (Memória, África, Notícias), rasga-se o contrato com a Euronews e, ao mesmo tempo, dá-se o negócio da RTP1 a privados que passam a receber o que nós pagamos (como acontece com o BPN!); (... Grandes filhos do país!);

2 - O presidente da Carris, que há um ano disse que seria uma catástrofe fundir a Carris e o Metro, foi nomeado pelo Governo para fazer exactamente isso mesmo, ou seja: fundir Carris e Metro; (?Grandes filhos do país!);

3 - O antigo director da Universidade Autónoma, de nome Almaça, demitido por passar o filho sem fazer exames, foi nomeado pelo Governo para ser o presidente do Instituto de Seguros de Portugal (Entidade Reguladora do Sector). Este prof., especialista em vulgaridades, acaba de ser catapultado para a grande finança. (?Grandes filhos do país!);

4 - E o sub-director do SIED (vulgo serviços de informação ou espionagem), que havia sido acusado pela Procuradoria Geral da República do crime de abuso de poder, foi nomeado ? claro está! - para os serviços de apoio ao Conselho de Ministros. (... Grandes filhos do país!)


Não restam dúvidas de que estamos bem entregues..."

Eduardo Silva
Ex-Coordenador de Emissão da RTP

Convocatória - Militantes JS Lousada



XII Convenção da Federação da JS Porto

 
Federação: Porto
Concelhia: Lousada

Convocam-se todos os militantes da Concelhia Lousada para uma Assembleia Geral de Militantes no dia 5 de Janeiro de 2013, que terá lugar das 11 às 15 horas, na Sede da JS/PS Lousada, com a seguinte ordem de trabalhos:

Ponto único – Eleição de Delegados à XII Convenção da Federação da JS Porto

Artigo 6.º
Composição das listas
1. As listas para os órgãos de Juventude Socialista são compostas pelo número mínimo e máximo de membros do órgão previstos nos Estatutos, sendo facultativa a inclusão de suplentes nos órgãos executivos e apenas sendo obrigatória a inclusão de um terço de suplentes nos demais casos.
2. As listas candidatas aos órgãos da Juventude Socialista devem garantir uma representação não inferior a 33,3% de candidatos de qualquer dos sexos.
3. Para cumprimento do disposto no número anterior, as listas apresentadas não podem conter mais de dois candidatos do mesmo sexo colocados, consecutivamente, na ordenação da lista.
4. Nas estruturas em que a percentagem de militantes do sexo menos representado for inferior a 25%, a percentagem de candidatos referida no n.º 2 é reduzida proporcionalmente, não podendo nunca ser inferior a 10% ou a um militante, sem prejuízo do disposto no número seguinte.
5. O disposto no n.º 2 não se aplica:
a) Às estruturas em que a percentagem de militantes do sexo menos representado seja inferior a 15%;
b) Às estruturas com menos de 30 militantes.
6. A manutenção das situações identificadas nos dois números anteriores em três actos eleitorais sucessivos determina a apresentação de um relatório pela estrutura em causa ao Secretariado Nacional e à Comissão Nacional, justificando a ausência de progresso na realização do objectivo de assegurar a efectiva igualdade de direitos entre as mulheres e os homens, bem como a sua participação paritária em todos os domínios da vida da organização, podendo a Comissão Nacional recomendar a adopção de medidas adicionais de promoção da igualdade às estruturas que não tenham revelado progressos.


Artigo 24.º
Lista de Candidatos
1. Podem ser candidatos a delegados quaisquer militantes da concelhia, no pleno gozo dos seus direitos, que constem do Caderno Eleitoral e que tenham mais de 90 dias de inscrição.
2. As listas de candidatos devem respeitar o disposto no artigo 6.º e conter um número de candidatos efectivos igual ao de delegados a eleger, sendo facultativa a inclusão de suplentes, num número máximo correspondente ao número de efectivos.
3. As listas devem ser apresentadas até ao final do penúltimo dia anterior à data no local da AC, ao órgão que dirige a reunião, acompanhadas das declarações de aceitação de todos os candidatos.
4. O Presidente da Mesa tem, obrigatoriamente, de assinar uma declaração contendo a data e hora da recepção das listas e entregá-la ao cabeça de lista ou seu representante.
5. As listas consideram-se, ainda, aceites desde que até 24 horas, e na impossibilidade de entrega a qualquer um dos membros da Mesa, as mesmas sejam entregues à COC, que as enviará ao Presidente da Mesa do acto eleitoral.
6. A falta de qualquer dos elementos previstos nos números anteriores, que não possa ser suprida até 30 minutos do início da reunião, e a entrega fora de prazo, determinam a rejeição da lista.
7. As listas admitidas são afixadas em local visível logo após a sua recepção, e devem permanecer afixadas até ao final da AC.


João Carlos Pinto Correia
O Presidente da Mesa da Assembleia Concelhia

Vitor Gaspar - Líder de Portugal


      “This respite offers an ideal opportunity to push forward with reforms. Greek Prime Minister Antonis Samaras must convince his countrymen that he is serious about implementing them. Spanish Prime Minister Mariano Rajoy and Portuguese Finance Minister Vitor Gaspar deserve more support for their plans. And one can only hope that Italy’s caretaker prime minister, Mario Monti, contests the next general election. All of these leaders understand what must be done.”

Para Hans-Werner Sinn, o líder de Portugal é Vítor Gaspar. Pobre Coelho.

in: CC

Boas Festas - 2013

O PS Lousada deseja a todos os Lousadenses um ótimo 2013.


Diferenças de discurso


Quando este Governo tomou posse, Portugal tinha acabado de assinar um programa de ajuda financeira com instituições internacionais, um programa cujo valor global equivalia a quase metade de toda a riqueza que produzimos num ano. Este programa implicava a realização de avaliações regulares e impunha uma longa lista de medidas desenhadas para recuperar as nossas finanças públicas e a competitividade da nossa economia.
Julgo que nesse momento todos terão percebido que iríamos iniciar um período de grandes dificuldades.


«Tivemos uma reunião altamente frutuosa com a troika, que percebeu a nossa atitude diferenciadora, de defesa do Estado social. O PEC 4 ataca pensões, não falava em reduzir o gordo estado paralelo…». O economista Eduardo Catroga afirmou hoje que o PSD terá autonomia, se for Governo, para substituir eventuais “medidas penalizadoras para os portugueses” do programa de ajuda externa a Portugal por outras que cumpram os mesmos objectivos.
O secretário-geral do PSD, Miguel Relvas, afirmou hoje que “não haverá aumento de impostos” com os sociais-democratas no Governo e o programa eleitoral “demonstra-o” de “forma clara”.
Nunca o PSD teria permitido que o número de desempregados chegasse a
700.000!!! Teria criado de imediato medidas de incentivo à criação de
emprego, tal como algumas que já propõe neste documento. Não estaria
sempre a queixar-se de uma crise internacional onde todos os outros já estão
a crescer.
in: aspirina b

JS Lousada acusa Coligação PSD/CDS de “desculpar fracassos políticos com ataques irrealistas à Câmara”

Na passada sexta-feira, decorreu em Meinedo mais um jantar de Natal da JS Lousada que desta vez contou com a presença do Secretário Geral da Juventude Socialista – João Torres. 

Durante este tradicional jantar houve tempo para diversas intervenções políticas, nomeadamente o Secretário Geral da JS (João Torres) que veio a Lousada reforçar o seu apoio inequívoco à candidatura do Dr. Pedro Machado à CM Lousada por todo o “seu percurso incólume, sério e capaz que o levam a ser a única opção credível para dar continuidade ao trabalho realizado pelo Dr. Jorge Magalhães”. Trabalho esse que ao longo dos últimos anos, retirou Lousada do marasmo em que se encontrava. Por outro lado, não deixou de lançar críticas ao atual governo, à sua política de cortes sucessivos no apoio às famílias e à desesperança que cria nos jovens Portugueses para enfrentar o seu futuro no nosso país, “contribuindo para isso o apoio inequívoco do PSD/CDS Lousada e dos seus deputados Lousadenses que têm-se mantido completamente calados na defesa dos interesses de Lousada mas colaborativos desde o início com Passos Coelho”

Pedro Machado também interveio, referindo a situação calamitosa em que o país se encontra, em contraponto com “a responsabilidade que se exige à autarquia Lousadense para fazer face à ajuda necessária aos mais necessitados, mesmo com os entraves colocados pelo poder central”. Para isso, reforçou o papel do município no plano social, elencando algumas medidas previstas no novo plano de apoio às famílias e empresas para o ano de 2013, apresentado formalmente na tarde de 14 de Dezembro nos Paços do Concelho. Para além disto, Pedro Machado demonstrou o seu contentamento por ter reunido o consenso dos militantes do PS Lousada para a sua candidatura, endereçando um agradecimento especial aos jovens socialistas de Lousada por todo o apoio demonstrado ao longo dos últimos anos. Para Pedro Machado, o desafio que se coloca em 2013 é notoriamente importante e para o qual se encontra “perfeitamente preparado para dar continuidade ao trabalho de Jorge Magalhães, realçando ainda a excelente condição financeira do município, o que vai permitir à CM Lousada finalizar este ano sem dívidas vencidas a fornecedores e empreiteiros, algo completamente raro no panorama atual do país”. 

Por fim, Nelson Oliveira, presidente da JS Lousada, declarou total apoio a Pedro Machado e apelou à mobilização de todos os socialistas, independentes e todas aquelas pessoas que se revêm no trabalho de Jorge Magalhães ao longo dos anos, para apoiar o único candidato capaz de continuar a levar Lousada no trilho correto – Pedro Machado. 


Por outro lado, Nelson Oliveira não deixou de lançar críticas à política negativista e por vezes insultuosa da Coligação Lousada-Viva que tenta desculpar os falhanços sucessivos dos seus agentes políticos e de sua inteira responsabilidade, atirando recorrentemente as culpas para cima do município ou de certas pessoas – “Tudo o que corra mal para os agentes políticos da Coligação PSD/CDS e da sua governação nas freguesias, a culpa será sempre da Câmara Municipal e se possível de Pedro Machado. É assim agora, e sê-lo-á daqui para a frente mas todos estaremos preparados para isso”. O único ponto negativo que a Coligação encontra em Pedro Machado e o referem de forma repetitiva é a “relação familiar que este tem com Jorge Magalhães, conhecida por toda a população de Lousada há largos anos, mas que nunca impediu os Lousadenses de votarem também em Pedro Machado e lhe reconhecerem competências para ser vice presidente”. 

Nelson Oliveira, refere ainda que “este é o único ataque que conseguem fazer a uma pessoa que demonstra diariamente a sua elevada competência na gestão do município, em contrapartida com a oposição que se revela, a cada dia que passa, cada vez mais impreparada para assumir tamanha responsabilidade, como é a gestão de um município”. O presidente da JS Lousada termina relembrando que esta oposição em Lousada é a mesma que apoia incondicionalmente as políticas de Passos Coelho e Miguel Relvas.

Relvices na TAP

Neste video, o Doutor Miguel Relvas revela que não sabe o preço pelo qual vai ser vendida a TAP, já que amanhã é o Conselho de Ministros.

Até nisto, Relvas, é incompetente.

Vai "dar"/"vender" a TAP amanhã e hoje nem faz ideia do valor que está em negociação? Isto é de rir.

Afinal, há muita gente a proteger Relvas



PSD e CDS fazem tudo o que estiver ao seu alcance para inviabilizar a presença do ministro Miguel Relvas no Parlamento e para impedir um cabal esclarecimento sobre a privatização da RTP

CM Lousada disponibiliza cerca de 900 mil euros para apoiar famílias carenciadas

A Câmara Municipal anunciou um novo plano de medidas sociais para apoiar as famílias em dificuldade. Assim, em 2013, para além da distribuição de fruta aos alunos do 1º ciclo, do apoio com leite, papas, fraldas ou próteses dentárias, medidas que já vinham a ser implantadas, esta autarquia vai criar um kit de empregabilidade, diminuir o IMI, congelar as tarifas de água, saneamento e resíduos sólidos urbanos (RSU) e isentar de impostos projectos de interesse municipal.
O vereador Pedro Machado anunciou que a Câmara prevê canalizar entre 800 e 900 mil euros para este plano de apoio social num orçamento que, tal como em anos anteriores, rondará os 35 milhões de euros, mas que antevê, igualmente, uma diminuição de um milhão de euros na despesa corrente e com pessoal.
Escolas pediram mais pães
Numa conferência de imprensa realizada no final da semana passada, Pedro Machado começou por destacar algumas das medidas que Lousada já vinha a implementar ao longo dos últimos anos. O reforço do pequeno-almoço e lanche para os alunos do pré-escolar e 1º ciclo, o apoio na aquisição de livros e material escolar, a disponibilização de transporte escolar para crianças com necessidades educativas especiais e a atribuição de 50 bolsas de estudo, num total de 25 mil euros, a alunos do ensino superior foram algumas das medidas descritas. “A pedido de algumas escolas estamos a reforçar o número de pães”, revelou o autarca.
O apoio em medicação e alimentação, mas também na habitação a famílias carenciadas, a continuidade de um kit para jovens mães, que inclui um enxoval para bebés e produtos farmacêuticos, também foram realçadas.
Empresas que criem emprego serão isentas de impostos
Na mesma ocasião, o vereador que será o candidato do PS nas próximas eleições autárquicas,
revelou, igualmente, novas formas de combater a pobreza. Entre estas, destaca-se a criação de um kit de empregabilidade que, “numa acção de proximidade pelas 25 freguesias”, pretende atribuir mais competências a desempregados.
O plano para 2013 estipula, igualmente, a diminuição do Imposto Municipal sobre Imóveis, o congelamento das actuais tarifas de abastecimento de água, saneamento e RSU e a redução de 20 por cento da receita do IRS. “É a primeira vez que fazemos isto em relação ao IRS. E o congelamento das taxas de águas, saneamento e RSU representa um esforço de 70 a 80 mil euros para a Câmara Municipal”, afirmou Pedro Machado.
Para criar mais emprego, a autarquia lousadense pretende, ainda, isentar de impostos e taxas todos os novos projectos empresariais que sejam considerados de interesse municipal. Isentas de taxas ficarão também as esplanadas até 20 metros quadrados e os anúncios publicitários colocados nas fachadas dos estabelecimentos.
Segundo o vice-presidente da Câmara, este conjunto de medidas só é possível devido à boa saúde financeira que o município patenteia. “Iremos entrar em 2013 sem dívidas a fornecedores e empreiteiros. Também reduzimos a dívida bancária em um milhão de euros e sem recorrer ao  Programa de Apoio à Economia Local”, anunciou Pedro Machado.
Mesmo assim, a autarquia lousadense decidiu diminuir as despesas correntes e as de pessoal, num total de cerca de um milhão de euros.
Pedro Machado considera “indecente” aumento da água
Pedro Machado garante que a decisão de congelar as tarifas de água e saneamento, assim como as de RSU, irá custar aos cofres da autarquia entre “70 e 80 mil euros”. No entanto, segundo o vereador, esta é uma medida que se impõe face à decisão das Águas de Douro e Paiva de aumentar o preço da água vendida aos municípios. Aliás, para Pedro Machado, o aumento de 8,9 por cento previsto pela Águas de Douro e Paiva é “indecente”. "É um aumento disparatado para disfarçar a ineficiência de outros sistemas municipais e facilitar uma posterior fusão", considerou, qualificando a medida como "um disparate”.
Na opinião do autarca, este aumento visa, essencialmente, "preparar o sector para a privatização".
Novas medidas sociais de Lousada:

- Alargamento da cobertura do concelho com Movimentos Seniores
- Criação de um kit empregabilidade
- Diminuição do IMI aplicável a prédios urbanos para 0,38%
- Redução de 20% da receita de IRS
- Congelamento das tarifas de abastecimento de água, de saneamento e de RSU
- Tarifas sociais de RSU
- Isenção de impostos e taxas em projectos de interesse municipal
- Isenção de taxas pela ocupação do domínio público com esplanadas até 20 m2
- Isenção de taxas pela afixação de anúncios nas fachadas dos estabelecimentos
- Redução de taxas de urbanização e edificação em obras de reconstrução

in: Verdadeiro Olhar

Manifesto - Candidatura de TB Ribeiro à Federação Distrital da JS Porto



Somos jovens. Estudantes e trabalhadores ou desempregados. Homens e mulheres. Na escola ou na faculdade. Na associação. Na empresa. No sindicato. Define-nos a vontade imensa de abraçar o futuro em torno de um nome: Juventude Socialista.

Somos socialistas. Por isso somos esquerda e somos história. Somos República, igualdade, economia regulada. Temos datas sem dogmas: da Revolução Francesa ao 25 de Abril, do Maio de 68 à despenalização da Interrupção Voluntária da Gravidez. Somos isto e muito mais. Temos orgulho nos protagonistas da nossa história na ditadura e na democracia.

Somos Norte. Somos interior e litoral. Somos regionalistas. Sabemos que vivemos num distrito com extraordinárias capacidades, o que mais exporta, o que mais investiga. Temos um dos melhores portos e um dos melhores aeroportos da Europa. Temos o Douro, o Marão, o Tâmega e o Sousa, temos Serralves e a Orquestra do Norte, temos a Universidade e o seu dinamismo. Mas temos também o défice do centralismo: somos o distrito onde menos se ganha, onde há mais pobreza, onde o desemprego é mais elevado, onde os jovens menos podem. É tempo de dizer basta.

Somos poder local. Queremos agir e intervir em nome das populações. Qualificar a democracia com uma política de proximidade, capaz de envolver todos. Por isso queremos orçamentos participativos, queremos políticas de juventude e queremos ser rostos de uma nova geração de protagonistas nas Juntas de Freguesia, Câmaras e Assembleias Municipais. Somos uma geração de aprendizagem com os grandes autarcas do distrito e queremos estar à altura da sua herança.

Somos irreverência com responsabilidade. Queremos mudar a forma como a população vê a política mas também a forma como a política se vê si mesmo. Não ignoramos a situação do país nem o sistema que nos colocou no olho do furacão. Por isso o exercício da responsabilidade é para nós dar primazia aos interesses das populações que representamos.

Somos Europa. Fazemos parte de uma geração que beneficiou de uma mobilidade ímpar na Europa, do Erasmus, das companhias low-cost, dos hostels. Estamos em casa em Madrid, Paris, Londres, Berlim ou Praga, é só apontar no mapa. Aprendemos a diversidade vivendo em diversidade. Sabemos que a Europa que queremos se constrói com política local que pensa global. A nossa Europa é social, plural, cosmopolita.

Somos desenvolvimento. Queremos infra-estruturas e investimento público reprodutivo. Não aceitamos a suspensão do desenvolvimento das redes de transportes e mobilidade no distrito. Não aceitamos escolas que continuam por requalificar. Não aceitamos equipamentos de saúde terceiro-mundistas. O investimento do Estado é fundamental para a correcção de desigualdades no nosso distrito. Porque não teremos um país forte com um Norte fraco e não nos cansaremos de o dizer.

Somos direitos. Não aceitamos o discurso da direita que nos quer conduzir a uma guerra de gerações. O trabalho com direitos é uma luta de todos por todos. Não queremos que outros tenham menos direitos em nome de um mínimo social que todos os dias cai mais um pouco, até que nada reste. A nossa luta é pelo máximo: pelo justo. Pela remuneração. Pela inclusão. Porque ninguém fica para trás.

Somos a geração do passo atrás.
Décadas de progresso social e bem-estar económico foram interrompidas pelas políticas liberais. Sabemos que o processo já vem de trás e que todos têm as suas responsabilidades. Mas não deixaremos de mostrar a alternativa. Não ficaremos a assistir neste passo que nos dão.

Somos a geração do salto em frente.
Qualificados, empreendedores, solidários. A cada passo atrás, um salto em frente. A economia qualificada do Portugal futuro somos nós. A cada contrariedade, a cada arbitrariedade, cá estaremos para demonstrar que o país ou se faz connosco ou não se fará.

Somos digital. Somos Y. Somos gadgets e facebook. A nossa rede de vivências é global e vai continuar a crescer. Por isso pensamos entre todos. Organizámo-nos sem organização, vamos para a rua sem convocatória. Não esperamos para acontecer. Revolucionando a nossa forma de comunicar, vamos transformar a nossa acção política.

Por tudo isto e muito mais, agimos pelo Norte da Esquerda.

Afirmamos uma Juventude com Causas.

Somos a Federação Distrital do Porto da JS.

RTP e a Programação "Asfixiada"

1. Se me pedissem que indicasse um programa que represente o serviço público de televisão, é possível que a escolha recaísse no talkshow da tarde Sociedade Civil na RTP2, que, aliás, se farta de ganhar prémios. Não é um programa sobre política, mas há debate e ajuda as pessoas a esclarecerem-se. Os comissários do Dr. Relvas vão retirá-lo do ecrã.

2. Parece que o programa Estado de Graça dizia umas piadolas sobre as equivalências do Dr. Relvas. Não resistiu aos ventos de mudança.

in: Câmara Corporativa

Passos Coelho deu uma "canelada" aos portugueses (provando que nem delegado de turma deveria ser!)

1. Passos Coelho é um case study de um Primeiro-Ministro tecnicamente incompetente, humanamente insensível e comunicacionalmente desastroso. Em termos de personalidade, Passos Coelho é um irmão gémeo de Miguel Relvas: estão bem um para o outro. O discurso de ontem de Passos Coelho, no encerramento do congresso da JSD, foi verdadeiramente aterrador. Se o nosso Coelho tivesse noção do ridículo e do prestígio e da honra que é servir a nossa grande Pátria chamada Portugal, só teria uma saída possível: pedir desculpa aos portugueses. Pela falta de respeito que tem por tantos portugueses. Pela sua insensibilidade social que nos choca. O que disse Passos? Creio que o meu caro leitor não ignorou e não deixou de ficar gélido, perplexo, quando Passos Coelho veio afirmar que "não tem de aguentar esse privilégio injustificado que é a reforma dos pensionistas que ao longo da sua carreira descontaram parte do seu salário na expectativa (mais do que) justificada de receber a compensação do Estado na altura devida". Ah, mas cumpre fazer uma precisão: Passos Coelho só critica as pensões mais elevadas...as pensões de verdadeiros ricos! Os ricos que ganham a partir de...cerca de 1500 euros! Ui, cambada de milionários preguiçosos! 

2. De facto, Passos Coelho não deixa de ter razão: no país que ele está a construir, marcado pelo desemprego galopante e pela pobreza crescente, receber 1500 euros por mês é um luxo! Passos Coelho gosta é de ver os portugueses pobres, cada vez mais pobres - desde que Ângelo Correia, Miguel Relvas e outros dos seus compadres ganhem cada vez mais, para Passos Coelho tudo corre bem! É este o caminho que devemos seguir: pobres, sem reforma e sem direitos laborais! Também por aqui se percebe por que razão Passos Coelho gosta tanto de investimento chinês... 

3. Dito isto, vamos à análise política do discurso em termos mais desenvolvidos. Marcelo Rebelo de Sousa interpretou as declarações desastrosas de Passos Coelho como sendo uma "canelada" a Cavaco Silva. Depois, Marcelo Rebelo de Sousa fez a desmontagem mais brilhante, impiedosa e fatal do discurso incompetente - na minha opinião, mentiroso - de Passos Coelho. Ontem, o Professor na TVI deixou Passos Coelho absolutamente "K.O": Passos Coelho dificilmente recuperará desta. No fundo, Marcelo Rebelo de Sousa explicou a Passos Coelho as razões pelas quais todo o seu discurso não passou de uma mentira pegada e de uma adulteração dos factos gravíssima. Como é que os portugueses poderão confiar em alguém que recorre à mentira grosseira para defender as suas políticas erradas e inconstitucionais? Como? Se Passos Coelho é capaz de mentir quanto a esta matéria, então é capaz de mentir sobre as todas as matérias. Depois do comentário de ontem de Marcelo Rebelo de Sousa, a seriedade e a credibilidade de Passos Coelho estão feridas de morte. 

4. Quanto à crítica implícita a Cavaco Silva, falaremos amanhã. Hoje prefiro registar que, mais do que uma canelada a Cavaco, Passos optou por dar uma "canelada" violenta contra os portugueses. O que só desonra um Primeiro-Ministro. É que Passos Coelho tentou colocar um rótulo negativo aos pensionistas - pareceu quase o discurso dos que achavam que existiam "pesos mortos" na sociedade, discurso que julgávamos datado de outros tempos - como se eles se estivessem a aproveitar dos restantes portugueses. Passos Coelho tentou, num ato completamente falhado, colocar portugueses contra portugueses. Quando as regras do bom senso e da liderança forte impunham que o Primeiro-Ministro apelasse à unidade nos esforços e solidariedade nos sacrifícios. Passos Coelho provou, mais uma vez, que é um fanático - é um fdp: neste caso, não um fanático dos pópós, mas sim um fanático dos pensionistas! Ou contra os pensionistas! Eu nunca votei num fanático para ser líder: nem para delegado de turma! 

5. Por último, avanço já que Passos Coelho quer sair deste episódio como a vítima - ao criar o antagonista entre os pensionistas, classe privilegiada, e os outros, Passos quer fazer uma distinção clara entre ele e o seu Governo, amigos da nova justiça social, e os outros (Presidente da República, PS,...) defensores dos privilégios injustificados. Desenvolveremos amanhã. 

Email:politicoesfera@gmail.com

Rede Social de Lousada considerada como exemplo



A Rede Social de Lousada esteve presente no seminário “Rede em Prática - Avaliação do programa Rede Social”, que decorreu em Coimbra, no passado dia 4. Esta iniciativa foi levada a cabo pelo Ministério da Solidariedade e da Segurança Social. 
Nesta iniciativa, a Rede Social de Lousada foi destacada após uma avaliação multidimensional que, para além de outros aspectos, teve como pontos positivos a dinâmica e envolvimento dos diferentes parceiros deste organismo. 
O exemplo de Lousada foi também apontado como um dos projectos mais inovadores indo de encontro às necessidades do Conselho Local de Acção Social (CLAS), diz nota de imprensa. “O exemplo de Lousada foi apresentado por ser um estudo de caso único no distrito do Porto, relativamente às boas práticas, em que foi destacado mais uma vez o importante contributo que cada parceiro tem na resolução dos problemas que vão sendo apresentados nas diversas reuniões existentes. 
O facto da Rede Social de Lousada comportar projectos inovadores como o DICAS, Movimentos Seniores, Modelo Estratégico de Intervenção Social Integrada (MEISI), entre outros fez com que fosse um exemplo de bom funcionamento”, refere a mesma fonte.

in: Verdadeiro Olhar

Desculpa Sócrates


"Quero aproveitar este momento para pedir desculpas ao Engº José Sócrates de tudo o que disse sobre a sua tentativa de controlo da Comunicação Social, da TVI, de tudo... Comparado com esta gente ele é apenas um amador, é como comparar a minha colecção de bichos da seda com uma praga de gafanhotos, não tem nada a ver."

  Luís Pedro Nunes