Momento Lili Caneças


O Momento Lili Caneças é protagonizado pelo Sec. de Estado dos Transportes.

Tal como Lili disse um dia: "Estar vivo é o contrário de estar morto", Sérgio Monteiro brindou-nos com algo do género "Não houve um duplo pagamento à Lusoponte, o que houve foi um Duplo Recebimento da Lusoponte".

A única diferença são uns míseros 4.4 Milhões de Euros mais uma indecisão: haveremos de rir, ou chorar?!

O que está a dar

O que está a dar é já ter esgotado os assuntos;

O que está a dar é quando não tem o que se falar, publica-se noticias repetidas de dias/semanas/meses atrás;

Pode ser que o povo ache que algo está em constante movimento.

PSD Madeira - Fascismo?

Esta notícia não foi devidamente divulgada. 

Por isso cá fica a prova do cartaz ao estilo do Faroeste Americano ("Procura-se Morto ou Vivo")





“A Direcção Nacional do Sindicato dos Jornalistas repudia a provocação feita pelo PSD-Madeira, na edição de Março do seu órgão oficial, a cinco jornalistas que trabalham na região autónoma e que o jornal classifica de “indígenas que também viram contra nós a opinião pública do Continente”.
Trinta e sete anos depois do 25 de Abril, subsiste na Região Autónoma da Madeira uma situação de fascismo encapotado. Encapotado, apenas porque as eleições continuam a realizar-se, fortemente condicionadas pelos atropelos à liberdade de informação e pela perseguição de todos os que ousam opor-se à ditadura madeirense. No tempo de Salazar, também havia simulacros eleitorais…
Como qualquer regime fascista, o regime da Madeira não sobrevive sem o seu partido único: O PSD-Madeira. Se dúvidas havia sobre a matriz fascista deste partido, o ataque, cobarde e execrável, perpetrado contra a alguns jornalistas madeirenses é meridianamente esclarecedor.
Porém, vergonha maior é Passos Coelho, Cavaco Silva, e todos quantos se reclamam do PSD nacional, não se manifestarem contra estes atentados, que se tornaram uma marca do regime da madeirense.

O ódio e a política

1. Com que objectivo o sr. Presidente da República escreve aquele prefácio nos seus "Roteiros"?
Para quê abrir feridas antigas que apenas servem para dividir mais os portugueses?
Que tipo de incómodo ainda lhe provoca José Sócrates?
Será que não sabe que José Sócrates e o antigo Governo já foram julgados pelo eleitorado?
Desconhecerá que nas suas funções não estão incluídos julgamentos morais?
Lealdade institucional?
Será o sr. Presidente capaz de dizer que foi sempre leal com o antigo Governo?
De que tipo de lealdade ou mesmo de dignidade estamos a falar quando se ataca alguém que está afastado da vida política e que não se pode defender?
Que diria se o Presidente da República na altura em que deixou de ser primeiro-ministro o viesse julgar na praça pública?
A que propósito um Presidente em plenas funções faz balanços sobre as qualidades pessoais ou políticas de antigos primeiros-ministros?
Terá esquecido as suas funções, a sua dignidade institucional?

Não, não pode ser. Cavaco Silva não pode estar a transformar-se numa caricatura dos colunistas que ficaram sem assunto quando Sócrates desapareceu da vida pública e que subitamente deixaram de escrever ou falar sobre política para se dedicarem a assuntos "mais elevados".
Não, o Presidente da República não pode estar a pensar em concorrer com pasquins que descobriram que a simples menção do nome Sócrates lhes faz subir as vendas, mesmo que seja preciso mandar às malvas as mais básicas regras da decência e que confundem jornalismo com insídia e desprezo pelos mais simples direitos de personalidade.
Não, Cavaco Silva não pode estar a pensar que ao pôr em causa o antigo primeiro-ministro compra alguma simpatia do actual Governo, numa altura em que as relações entre Passos Coelho e ele estão tão debilitadas, para ser austero nas palavras, e em que é notório que as soluções advogadas pelos dois não podem ser mais díspares. Passos Coelho estará até a pensar nos "Roteiros" do Presidente quando deixar de ocupar São Bento...
Não, o Presidente da República não pode imaginar que tirando o esqueleto de Sócrates do armário faz esquecer episódios como o das pensões ou o das escutas. Nós até estávamos dispostos a esquecer esses dislates, mas era por propósitos bem mais altos e bem mais importantes.
Não, Cavaco Silva não pode estar a embarcar na nau dos infelizes que é capaz de culpar Sócrates pela chuva na eira ou pelo sol no nabal.
Não, não é possível que o nosso representante desça a esse nível.Mas, afinal, que objectivo quis o Presidente da República atingir com aquele texto ressabiado a tresandar a ajuste de contas?
Não servirá, de certeza absoluta, para gerar consensos e unir os portugueses; não servirá para dignificar o papel institucional da Presidência da República, que não se coaduna com queixinhas e ataques a pessoas que lideraram, bem ou mal, o País; não dará peso político e respeitabilidade a quem vai ter de liderar o processo político quando, infelizmente, a crise económica degenerar em crise política; não ajudará o Governo que precisará do Presidente para mediar conflitos entre os partidos e parceiros sociais.
Bom, conseguiu unir o PS, que pela primeira vez em muito tempo aparece a falar a uma só voz, mas a única coisa, pelos vistos, que agora agrega os socialistas é a indignação contra Cavaco Silva.Só há uma explicação, e bem humana, para mais um infeliz momento do Presidente da República: há quem não domine os ódios e os rancores pessoais.
Pensar que há apenas uma semana pedia, neste mesmo espaço, para que o Presidente não voltasse a desiludir...

2. O Sindicato dos Magistrados do Ministério Público obteve o patrocínio de várias instituições financeiras para a realização do seu Congresso.Francisco Proença de Carvalho, na sua página do Facebook, resumiu exemplarmente a situação e a sua gravidade.
Escreveu o advogado: "Se o sindicato do Ministério Público lhe pedisse um patrocínio, recusava?"
Como disse João Palma ao Expresso sobre investigações que não deram em nada: pois...

Pedro Marques Lopes
in: DN


Comissão de tudo e mais alguma coisa


Depois da AICEP ter passado do Ministério da Economia para as mãos de Paulo Portas (Ministério dos Negócios Estrangeiros), depois do emprego jovem ter passado para a Comissão Interministerial de Criação de Emprego e Formação Jovem (tutelada por Miguel Relvas, Ministério dos Assuntos Parlamentares) e depois das privatizações, renegociação das PPP e reestruturação do Sector Empresarial do Estado ter passado do Ministério da Economia para outra comissão, esta liderada por António Borges (Pró-MinistérioGoldman Sachs), o que é que temos? Outra comissão, claro. Os ministérios é que tinham que ser só 10. Acabaram por ser 11. E ninguém disse que havia um limite para o número de comissões.

De acordo com uma resolução de Conselho de Ministros, foi instituída a Comissão Interministerial de Orientação Estratégica dos Fundos Comunitários e Extracomunitários, “composta pelo ministro das Finanças [Vítor Gaspar], que coordena, e pelos ministros dos Negócios Estrangeiros [Paulo Portas], Administração Interna [Miguel Macedo], Economia e Emprego [Álvaro Santos Pereira], Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território [Assunção Cristas], Educação e Ciência [Nuno Crato] e Solidariedade e Segurança Social [Paulo Macedo].

Em fila de espera: Comissão Interministerial das Papas e Bolos, Comissão do Neurónio do Álvaro, Comissão do Álvaro, Comissão das Comissões, Comissão das Comissões do Álvaro, Comissão do Álvaro das Comissões.

in: País do Burro

Almoço/Reunião


Queres ganhar dinheiro - Pergunta ao Sr Presidente da República como se faz!

Cavaco Silva lançou um livro onde acusa Sócrates de falta de lealdade, entre outras coisas. 
Cavaco é mesmo assim. Na hora da verdade, esconde-se. Quando o alvo já não existe, calca-o. Quando tem que assumir responsabilidades, diz que tinha avisado(?!). Tudo isto, usando a sua posição alegadamente isenta de Presidente de todos os Portugueses.
Isso diz tudo sobre o carácter de uma pessoa.

Mas uma coisa sabemos.

Ainda não é desta que Cavaco Silva presenteia os Portugueses com a explicação detalhada sobre o modo como conseguiu obter lucros de 140% em ações não cotadas em bolsa no BPN.

Ainda não é desta que Cavaco Silva presenteia os Portugueses com a explicação detalhada sobre o modo como conseguiu engendrar o caso das escutas em Belém.

Esperamos, mais uma vez, que surja um livrinho em condições do Sr Professor.

Nós damos uma sugestão para um futuro título:

"BPN: Como valorizar em 140% ações não cotadas em bolsa - Contactos, Amigos e outros Jeitosos"

Os cabalistas

Os "Cabalistas de Lousada" deram a já esperada conferência de imprensa de publicidade (ver imagem supra).Um acto de propaganda normal, como normal é já o facto de mandarem cartas aos Lousadenses a vangloriar-se do que não fizeram... Enfim!
Pior, é estar lá um senhor que não sabe a diferença entre 30,3% e 33%... São erros normais dir-se-á. Um empolamento próprio do carácter, dizemos nós. Mas vamos aos números.
A "Coligação "Lousada Viva" (CLV) farta-se de pedir mais investimento e Lousada foi, em 2010, um dos concelhos que mais investiu e, daí, o aumento no recurso ao financiamento. Maus números, dizem os cabalistas. Bons números, dizemos nós. De facto, não se compreende como pode a CLV pedir mais investimento e não aceitar que, para isso, se tenha de recorrer à banca. Bons números porque, já em altura de crise, Lousada consegue obter financiamento, continuando a ser a 46.ª Autarquia com menor passivo líquido exigível por habitante e o 43.º Município com menor passivo exigível por habitante. E sim, Lousada investe quando todos outros desinvestem, apoia o crescimento do concelho e continua a ser uma das Autarquias que mais rapidamente paga as suas dívidas.
Mais!!! 
Lousada foi, em 2010, o 31.º Município com maior resultado económico apenas suplantado, no Vale do Sousa, por Paredes.
Lousada foi, ainda, em 2010, o 19.º Município do país com maior liquidez!
A verdade custa para estes Cabalistas... E custa sobretudo, porque a ânsia de poder é tanta que, nas mais das vezes, confundem realidade com fantasia, trabalho com inspiração divina. 
E depois ainda vêm com golpes de teatro... 

"Política de Verdade" nº(já lhe perdemos a conta)


Governo alertado para duplo pagamento à Lusoponte antes de transferir verba



A Renascença apurou que o Governo foi alertado para o duplo pagamento à Lusoponte um mês antes de ter pago a compensação à concessionária, o que acabou por acontecer em Novembro de 2011. O aviso foi feito pelas Estradas de Portugal, numa carta enviada ao chefe de gabinete do secretário de Estado dos Transportes.

 

Kony 2012

São 29m59seg que ganham ao verem este video!

O intuito desta campanha é terminar com o abuso, rapto e morte de crianças, usadas na Guerra no Uganda por parte das forças rebeldes lideradas por Joseph Kony e mostrar a todo o mundo quem é KONY!

30 anos de assassínios, tem que terminar!


Na Madeira... Tudo como dantes

Alegremo-nos irmãos, a vida continua como dantes:

1. O Governo Regional da Madeira decidiu aplicar as taxas moderadoras apenas a não-residentes, ao arrepio do previsto no programa de ajuda financeira que ele próprio assinou.

2. O Governo Regional da Madeira inscreveu na proposta de orçamento para 2012 um subsídio público direto de 3 milhões de euros ao "Jornal da Madeira".

3. O programa de ajuda financeira não impôs qualquer restrição ao regime de financiamento público dos partidos regionais, que é o mais generoso que existe em Portugal e beneficia largamente o PSD-Madeira.

4. A dívida regional total e os encargos com as parcerias público-privadas já excedem, nos números de fevereiro, os valores estimados no programa de ajuda financeira.

5. A convite do candidato, Alberto João Jardim foi o mandatário na Região Autónoma da Madeira da candidatura de Pedro Passos Coelho à presidência do PSD.

por: Augusto Santos Silva

Cartas, entre um Alemão e um Grego.

Um cidadão alemão escreveu uma carta aberta aos gregos, publicada na revista Stern. Um grego, Georgios P. Psomas respondeu-lhe pondo os pontos em todos os iis.
Ambas foram traduzidas pelo Sérgio Ribeiro . Esta troca de correspondência já data de 2010. 
Georgios conta-nos aquilo que toda a imprensa europeia cala. Merece ser lida, sobretudo por todos aqueles que têm tratado os gregos como culpados de tudo, incluindo o pecado original. e vou aqui transcrever os dois textos.

Carta do Alemão:

Caros gregos,

Desde 1981 pertencemos à mesma família.

Nós, os alemães, contribuímos como ninguém mais para um Fundo comum, com mais de 200 mil milhões de euros, enquanto a Grécia recebeu cerca de 100 mil milhões dessa verba, ou seja a maior parcela per capita de qualquer outro povo da U.E.

Nunca nenhum povo até agora ajudou tanto outro povo e durante tanto tempo.

Vocês são, sinceramente, os amigos mais caros que nós temos.

O caso é que não só se enganam a vocês mesmos, como nos enganam a nós.

No essencial, vocês nunca mostraram ser merecedores do nosso Euro. Desde a sua incorporação como moeda da Grécia, nunca conseguiram, até agora, cumprir os critérios de estabilidade. Dentro da U.E., são o povo que mais gasta em bens de consumo

Vocês descobriram a democracia, por isso devem saber que se governa através da vontade do povo, que é, no fundo, quem tem a responsabilidade. Não digam, por isso, que só os políticos têm a responsabilidade do desastre. Ninguém vos obrigou a durante anos fugir aos impostos, a opor-se a qualquer política coerente para reduzir os gastos públicos e ninguém vos obrigou a eleger os governantes que têm tido e têm.

Os gregos são quem nos mostrou o caminho da Democracia, da Filosofia e dos primeiros conhecimentos da Economia Nacional.

Mas, agora, mostram-nos um caminho errado. E chegaram onde chegaram, não vão mais adiante!!!

Walter Wuelleenweber
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Resposta do Grego:

Caro Walter,

Chamo-me Georgios Psomás. Sou funcionário público e não “empregado público” como, depreciativamente, como insulto, se referem a nós os meus compatriotas e os teus compatriotas.

O meu salário é de 1.000 euros. Por mês, hem!… não vás pensar que por dia, como te querem fazer crer no teu País. Repara que ganho um número que nem sequer é inferior em 1.000 euros ao teu, que é de vários milhares.

Desde 1981, tens razão, estamos na mesma família. Só que nós vos concedemos, em exclusividade, um montão de privilégios, como serem os principais fornecedores do povo grego de tecnologia, armas, infraestruturas (duas autoestradas e dois aeroportos internacionais), telecomunicações, produtos de consumo, automóveis, etc.. Se me esqueço de alguma coisa, desculpa. Chamo-te a atenção para o facto de sermos, dentro da U.E., os maiores importadores de produtos de consumo que são fabricados nas fábricas alemãs.

A verdade é que não responsabilizamos apenas os nossos políticos pelo desastre da Grécia. Para ele contribuíram muito algumas grandes empresas alemãs, as que pagaram enormes “comissões” aos nossos políticos para terem contratos, para nos venderem de tudo, e uns quantos submarinos fora de uso, que postos no mar, continuam tombados de costas para o ar.

Sei que ainda não dás crédito ao que te escrevo. Tem paciência, espera, lê toda a carta, e se não conseguir convencer-te, autorizo-te a que me expulses da Eurozona, esse lugar de VERDADE, de PROSPERIDADE, da JUSTIÇA e do CORRECTO.

Estimado Walter,

Passou mais de meio século desde que a 2ª Guerra Mundial terminou. QUER DIZER MAIS DE 50 ANOS desde a época em que a Alemanha deveria ter saldado as suas obrigações para com a Grécia.

Estas dívidas, QUE SÓ A ALEMANHA até agora resiste a saldar com a Grécia (Bulgária e Roménia cumpriram, ao pagar as indemnizações estipuladas), e que consistem em:

1. Uma dívida de 80 milhões de marcos alemães por indemnizações, que ficou por pagar da 1ª Guerra Mundial;

2. Dívidas por diferenças de clearing, no período entre-guerras, que ascendem hoje a 593.873.000 dólares EUA.

3. Os empréstimos em obrigações que contraíu o III Reich em nome da Grécia, na ocupação alemã, que ascendem a 3,5 mil milhões de dólares durante todo o período de ocupação.

4. As reparações que deve a Alemanha à Grécia, pelas confiscações, perseguições, execuções e destruições de povoações inteiras, estradas, pontes, linhas férreas, portos, produto do III Reich, e que, segundo o determinado pelos tribunais aliados, ascende a 7,1 mil milhões de dólares, dos quais a Grécia não viu sequer uma nota.

5. As imensuráveis reparações da Alemanha pela morte de 1.125.960 gregos (38,960 executados, 12 mil mortos como dano colateral, 70 mil mortos em combate, 105 mil mortos em campos de concentração na Alemanha, 600 mil mortos de fome, etc., etc.).

6. A tremenda e imensurável ofensa moral provocada ao povo grego e aos ideais humanísticos da cultura grega.

Amigo Walter, sei que não te deve agradar nada o que escrevo. Lamento-o.

Mas mais me magoa o que a Alemanha quer fazer comigo e com os meus compatriotas.

Amigo Walter: na Grécia laboram 130 empresas alemãs, entre as quais se incluem todos os colossos da indústria do teu País, as quais têm lucros anuais de 6,5 mil milhões de euros. Muito em breve, se as coisas continuarem assim, não poderei comprar mais produtos alemães porque cada vez tenho menos dinheiro. Eu e os meus compatriotas crescemos sempre com privações, vamos aguentar, não tenhas problema. Podemos viver sem BMW, sem Mercedes, sem Opel, sem Skoda. Deixaremos de comprar produtos do Lidl, do Praktiker, da IKEA.

Mas vocês, Walter, como se vão arranjar com os desempregados que esta situação criará, que por aí vos vai obrigar a baixar o seu nível de vida, perder os seus carros de luxo, as suas férias no estrangeiro, as suas excursões sexuais à Tailândia?

Vocês (alemães, suecos, holandeses, e restantes “compatriotas” da Eurozona) pretendem que saíamos da Europa, da Eurozona e não sei mais de onde.

Creio firmemente que devemos fazê-lo, para nos salvarmos de uma União que é um bando de especuladores financeiros, uma equipa em que só jogamos se consumirmos os produtos que vocês oferecem: empréstimos, bens industriais, bens de consumo, obras faraónicas, etc.

E, finalmente, Walter, devemos “acertar” um outro ponto importante, já que vocês também são devedores da Grécia:

EXIGIMOS QUE NOS DEVOLVAM A CIVILIZAÇÃO QUE NOS ROUBARAM!!!

Queremos de volta à Grécia as imortais obras dos nosos antepassados, que estão guardadas nos museus de Berlim, de Munique, de Paris, de Roma e de Londres.

E EXIJO QUE SEJA AGORA!! Já que posso morrer de fome, quero morrer ao lado das obras dos meus antepassados.

Cordialmente,

Georgios Psomá

E esta hein?


OCDE pede ao Governo expansão do modelo Novas Oportunidades


Numa altura em que o Governo PSD/CDS está a desmantelar a rede de centros Novas Oportunidades, a OCDE vem pedir o contrário.
No relatório "Going for Growth 2012", o estudo anual sobre as reformas estruturais necessárias ao crescimento, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económicos (OCDE) recomenda ao atual Governo que "expanda mais a educação e a formação vocacional".
A organização que junta os 30 países mais desenvolvidos do mundo classifica o que foi feito nos últimos anos como boas práticas. O elogios vão, essencialmente, para o anterior Governo do PS: "As autoridades expandiram a educação e a formação vocacional de jovens e de adultos com menos qualificações (Novas Oportunidades)", exemplifica.
E continua: "Desde 2007, as autoridades introduziram reformas na educação terciária, entre as quais  governança, diplomas e participação de adultos".
Estas recomendações surgem depois dos recentes anúncios do Governo, como o plano para encerrar cerca de 129 centros Novas Oportunidades (de 430 para 301 a nível nacional).
O Executivo já disse que vai redimensionar a rede Novas Oportunidades e canalizar parte do seu financiamento para o ensino profissional, mantendo apenas alguns centros com as atuais funções e com financiamento limitado à sua avaliação.
in: Dinheiro Vivo

Como será a análise a esta notícia dos paladinos da isenção e da verdade da zona?!


Tudo "gente" de boas contas. 

O Orçamento de Estado de 2012 ainda só tem dois meses e já vem o Governo corrigi-lo, com um rectificativo que agrava despesas em mais de 4 Mil Milhões de Euros. 

Extraordinário. 

O Buraco agora é de quem Dr. Passos Coelho? Não me diga que ainda vai ter o descaramento de falar da "herança". 

Vergonhoso

Stock Off Portugal


Devido à atual conjuntura económica portuguesa, o nosso governo tem vendido ao desbarato empresas que são de setores estratégicos da nossa economia.

Com a venda da EDP e da REN aos chineses e árabes o nosso governo poderá (?) conseguir reduzir o défice, mas está a esquecer-se que com essas vendas ficamos mais vulneráveis a todo o tipo de intervenientes estrangeiros, com uma liberalização dos preços nunca vista.

A nossa principal empresa do setor energético seja na eletricidade ou nas energias renováveis é pioneira em todos esses campos. Tem investido milhões de euros nesses setores e tem-nos mantido na vanguarda das renováveis. De acordo com estudos da UE, Portugal é um dos países que mais investe nessas áreas. E como não há “almoços grátis”, para além de nos vermos livres de empresas com um potencial extraordinário, mais cedo ou mais tarde, quem vai pagar essa fatura e sofrer as consequências somos nós os comuns cidadãos, que quando chega a fatura somos obrigados a torcer o nariz pois os preços cada vez mais se tornam pesados na nossa carteira.

Todos sabemos que estas privatizações advém do acordo com a Troika, mas o Sr.º Primeiro-Ministro deveria pensar primeiro nas áreas que interessam ao Estado deter e as que interessam vender, e saber negociar com o BCE, EU e FMI estas circunstâncias. É que, como todos já reparamos, o que a Troika diz, nem sempre é cumprido por Portugal, principalmente quando não convém ao aparelho partidário do PSD/CDS – as nomeações partidárias são disso um exemplo.

Salve-nos pelo menos a nível local a CM Lousada, que detém grande parte do controlo dos setores essenciais para servir os cidadãos e com preços em conta como é o exemplo das Águas.

Esperemos que a partir de agora se consiga vencer o défice e esta crise global, ou caso contrário qualquer dia não sabemos se somos Portugueses, Chineses, Árabes etc. Pensem antes de agir…o pote é vosso, mas não tirem tudo de uma vez.

Ricardo Soares (JS Lousada)
in: TVS

O ex-CDS-PP

Fossem dois ministros de um governo PS a enfrentar a seca sentando-se à espera que chova e a escrever aos pensionistas pedindo-lhes dinheiro de volta, já o dr. Portas tinha convocado os reformados e a lavoura a pegar fogo à Praça de Londres e a pendurar a dona Cristas numa oliveira.
O que vale é que o dr. Portas, visto pela última vez na tomada de posse, diz que trabalha lá no estrangeiro.

in: É a vida

Lousada na BTL 2012

Lousada na Feira Internacional de Turismo 2012



Rumo à (des)empregabilidade!

Portugal com desemprego nos 14,8% tem a terceira taxa mais elevada da UE



"Na passada terça-feira, o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, disse que a taxa de desemprego vai atingir os 14,5% em 2012, revendo em alta a média prevista pelo Governo no Orçamento de Estado para 2012, que era de 13,4%."



“Austeridade obsessiva” põe em causa 37 anos de democracia


Excesso de austeridade imposto pelo Governo levará Portugal a uma situação semelhante à da Grécia. 
Em entrevista ao P3, Pedro Delgado Alves (líder da Juventude Socialista) defende que PS está unido e que é uma oposição forte


O secretário-geral do PS, António José Seguro, defendeu, na segunda-feira, a aplicação de uma "austeridade inteligente". Que austeridade é esta?
Pedro Delgado Alves em Lousada
Aquilo a que se referia o secretário-geral é que ainda que tenha de haver austeridade, que tenha de haver medidas restritivas orçamentais, temos de ser inteligentes na área que escolhemos para fazer essa redução. A austeridade inteligente é aquela que não asfixia os serviços públicos essenciais. O excesso de austeridade imposto pelo actual Governo, para lá daquilo que é exigido pelo memorando de entendimento, acaba por ser contra-producente, porque acaberemos por cair numa situação igual àquela em que a Grécia sentiu. 

No seguimento dessas mesmas declarações, Jerónimo de Sousa pediu ao PS que clarificasse “se quer ser da situação ou ser da oposição”. Como avalia o desempenho do seu partido enquanto oposição a este Governo?
As declarações de Jerónimo de Sousa são redutoras e maniqueístas. Há um grau de complexidade muito grande na situação que atravessamos e portanto dizer que ou se está com os bons ou se está com os maus é redutor. Por um lado, o PS reconhece que no momento em que nos encontramos dificilmente se consegue mudar o rumo no local onde deve ser mudado, que é no plano europeu. É necessária uma outra visão para a Europa, mas não é um caminho que seja acessível no imediato. Mas o memorando de entendimento não é uma cartilha para aproveitar para desconstruir tudo o que nos últimos 37 anos se conseguiu de positivo. Em grande parte é o que o Governo tem feito. Usa o memorando de entendimento para conseguir impor o seu programa completamente desconexo com aquilo que seria uma solução para sairmos da crise.

Acha, então, que o PS tem sido uma oposição forte.
O PS tem feito propostas muito concretas. Anda incansavelmente a procurar que o Governo assegure um empréstimo junto do Banco Europeu de Investimento, no valor de cinco mil milhões de euros, que permita dar alguma liquidez às empresas, para que estas não se sufoquem. O memorando de entendimento é um espartilho que não é por nós desejado, mas entendemos como um mal necessário para ultrapassar as dificuldades. No plano europeu, as diferenças entre PS e PSD são abissais. A estratégia do senhor primeiro-ministro está, infelizmente, completamente alinhada pela estratégia definida pela chanceler alemã e pelo presidente francês.

Mas a ajuda externa acabou por ser pedida ainda no mandato socialista, com José Socrates. Como vê esse momento?
A estratégia do Governo português era a de evitar ao máximo a ajuda externa. Chegamos a um momento em que a situação poderia ter sido resolvida de outra forma, com o famoso PEC IV, que tinha muitas das medidas que vieram a estar no memorando e que asseguravam algum cumprimento que a UE exigia para continuar a apoiar o Estado português. Mas o PEC IV foi chumbado, argumentando os partidos de direita que era um pacto demasiado austero. Chumbado o PEC IV esse caminho esfumou-se e tornou-se insustentável não solicitar a ajuda externa. Nunca saberemos se o PEC IV iria funcionar ou não. Mas havia um caminho alternativo. Foi isso que se tentou fazer até ao limite.

António José Seguro disse numa entrevista à "Grande Entrevista" da RTP que não conseguia imaginar mais medidas de austeridade. Consegue imaginar mais medidas de austeridade?
Percebo as palavras do secretário-geral, porque, de facto, não se consegue perceber como se pode exigir mais aos portugueses, mas infelizmente, sobretudo tendo em conta o caso grego, têm sido vários os exemplos de outros caminhos ainda mais duros que têm sido exigidos. Que conscientemente o ministro das Finanças ou o primeiro-ministro contemple essa possibilidade, sabendo que ao reforçar a dose de austeridade está a agravar ainda mais a recessão, parece-me inconcebível. Mais vale pensar que é preciso um prazo diferente, de pelo menos mais um ano, para a execução destas medidas e para o reajustamento. Não precisamos de mais medidas, precisamos de mais tempo e de um [valor de] juro diferente.

Caso a maioria entenda que são precisas mais medidas de austeridade, o PS será contra essas medidas?
Sem conhecer essas medidas, é difícil pronunciar-me em abstrato. Em abstrato, o PS já se pronunciou: não é aumentando a austeridade que a economia vai crescer.

Foi um dos 17 deputados socialistas que assinou o requerimento que pedia a fiscalização da constitucionalidade do Orçamento do Estado. Este requerimento é espelho de algum tipo de ruptura dentro do Partido Socialista?
Eu analisei o Orçamento do Estado e identifico naquelas normas que em meu entender são inconstitucionais. Há um direito e um dever que a constituição prevê que é a solicitação ao Tribunal Constitucional sobre a constitucionalidade ou não das normas. É um juízo individual e o facto é que a dúvida não pode permanecer. Mas não há aqui um desacordo político.

Antes das próximas eleições, em 2013, Seguro terá de enfrentar um congresso. Acha que será o actual secretário-geral o candidato socialista a primeiro-ministro?
A tradição do PS é essa e não há sinais em contrário. O próximo acto eleitoral são as autárquicas, depois as europeias. E, portanto, é para isso que se está a trabalhar. Foi agora lançado o Laboratório de Ideias, um espaço de encontro entre o partido e o Estado civil. A questão colocar-se-á mais à frente.

Será apoiante de Seguro? Concorda com o estilo que tem demonstrado?
Não gosto de sobrevalorizar a questão do estilo, porque o fundamental é a substância. O importante é que os valores e os projectos se traduzam em maior qualidade de vida para as pessoas. O estilo é uma questão individual, obviamente que cada um tem o seu. No final, o que leva as pessoas a decidir são as propostas. A missão do PS, neste momento, é das mais importantes que já desempenhou na sua história: o actual Governo e a linha muito liberal que segue, quebrando a tradição mesmo dentro do PSD, está de facto a pôr em causa aquilo que foram as raízes do nosso desenvolvimento.

in: Público