Eis que foi desmontada a mentira do PSD Lousada

Uma Assembleia Municipal que começou às 21h de dia 16 de Dezembro e terminou às 3.30h do dia 17 de Dezembro que ficará para a história, em Lousada.

E porquê?

Porque mediante os factos apresentados não há argumentos. A mentira aos Lousadenses tem perna curta e só sobrevive nos círculos e meandros obscuros do partidarismo doentio, porque no debate de ideias e quando confrontados com a realidade dos factos, a coligação Lousada Viva (PSD/CDS) esconde-se.

Esta Assembleia foi pródiga nisso.

Ao longo dos últimos meses temos vindo a assistir a várias mentiras vinculas pelo PSD/CDS Lousada. Diziam nas suas conferências de imprensa e nos infindáveis departamentos de estudos, que a Câmara de Lousada estaria falida, sem solução, que só eles seriam a salvação final. 
Sem dúvida que os "departamentos" por aquelas bandas, não são sinónimo de competência.

A mentira repetiu-se várias vezes. Foram os 1000 funcionários (???), os 20M€ de dívida (???), os números analisados por conveniência, o discurso pesaroso de pessoas que quiçá atrás da cortina deixam muito a desejar, mas tudo isso foi desmontado.

Quando questionados "in loco" pelo PS Lousada, sobre os motivos em que se baseiam para dizerem que a CM Lousada estaria na falência, quando foram desafiados para dizerem ali e na hora, na casa onde se discute a politica Lousadense, o PSD/CDS encolheu-se, o silêncio foi aterrador, nem uma pessoa se levantou para dizer o que fosse (nem para repetir mentiras ou discursos gastos, tantas vezes usados) - NADA!

Em plena Assembleia Municipal não se dignaram a dar a sua visão da dita falência, não se explicaram onde deveriam e onde podiam fazê-lo. Esconderam-se.

E quando surge esta falta de argumentos colossal, a máscara cai. 
Cai porque os Lousadenses não podem contar com quem lhes omite a verdade. Não podem contar com uma coligação que usa argumentos falsos e não os debate cara-a-cara para dar oportunidade ao contraditório.

Percebemos que um discurso, pré-autárquico virado para o "pânico financeiro" das populações é extremamente atractivo politicamente (principalmente nos dias que correm), mas enganam-se porque isso não resulta em Lousada. 
EM LOUSADA NÃO!

Mediante isto, coube ao PS Lousada desmontar ponto por ponto, o discurso falso da coligação. Mostrando documentos que comprovam a saúde financeira do municipio. Documentos verdadeiros, documentos que não ficam nas gavetas, documentos isentos e que vêm do poder central.

A máscara caiu.

E caiu porque para além de não debaterem os assuntos onde devem, cara-a-cara, educadamente, preferem a propaganda, o populismo, o ataque pessoal e sujo... Esse caminho resultava há decadas atrás... mas os tempos são outros.

A outro nível, o que se passa no mundo actual, diz-nos que nada está fácil é certo, o rigor tem que existir e isso é feito. 

Mas não é a defender o despedimento de funcionários da autarquia (e que não aumentam as despesas nem o número de funcionários) que o PSD/CDS presta um bom serviço. 
Não é a exigir mais dinheiro para a acção social e menos acompanhamento técnico especializado que se mostra trabalho.. pelo contrário. Mas que impreparação...
Não é a teimar nas suas propostas megalómanas, como é o caso de um Parque de Estacionamento Subterrâneo (???), sem necessidade já que Lousada nas redondezas ao centro da Vila possui extensos parques de estacionamento (Rua Lúcia Lousada, Auditório, Av. Amilcar Neto, Feira, etc etc), e com todos os riscos inerentes de criminalidade que esse tal subterrâneo traria, que as pessoas acreditam na pertinência política da sua (falta de) visão.

Ao PSD/CDS caiu a máscara do PDM. Um plano que em abono da verdade, gostariam de o ver arrastar indefinidamente para continuar a criticar, sabendo bem que a sua aprovação levaria tempo. Institutos e mais institutos analisaram-no e por fim, foi peremptóramente APROVADO.

Há um ano e meio para cá, o PDM esteve em discussão pública. 
Propostas do PSD/CDS Lousada - ZERO!

Ao invés disso, esperaram para que estivesse pronto a ser aprovado para o criticarem por. "falta de tempo para discussão" (???) - 1 ano e 6 meses e ZERO propostas, e depois dizem que não tiveram tempo?!

A partir desta Assembleia Municipal, a Coligação Lousada-Viva jaz sobre si própria. Sem ideias, sem intervenientes, sem capacidade de resposta quando confrontados.
Com tremura de discurso, sem segurança no que dizem, sem conhecimento dos procedimentos e com repetição constante das mesmas ideias, mais do que gastas.

Sem dúvida, e felizmente para os Lousadenses, o PS Lousada continuará a conduzir os destinos de Lousada. 

Ponto assente!


Vítor Gaspar a Presidente do Conselho

Há uns dias atrás num momento de exaltação nacional o director do jornal “i” escreveu um editorial em quase defendia a nomeação de Vítor Gaspar para Presidente do Conselho, instituindo-se um novo Estado Novo. A única dúvida que resultava do editorial do jornal que foi vendido por um euro residia em saber se o director do jornal defendia um salazarismo gasparista ou se preferia um gasparismo salazarista. Talvez o dsejo do jornalista possa parece um exagero momentâneo, mas estou mais inclinado para uma reflexão mais ao estilo do deputado Amorim diria que estamos perante uma ejaculação, mas sendo precoce não deixa de ser ejaculação.
A verdade é que neste momento Gaspar é muito mais do que um número dois ou um vice de Passos Coelho, há muito que ultrapassou o Relvas e é o ministro das Finanças que efectivamente manda no governo. Passos Coelho tem-se vindo a transformar num corta-fitas e no verdadeiro ministro dos Negócios Estrangeiros, já que Paulo portas tem optado por não dar a cara e desapareceu.
Vítor Gaspar é tudo o que a direita gosta e Passos Coelho é o que a direita detesta. Gaspar tem uma formação académica razoável enquanto Passos Coelho tem uma licenciatura da treta. Gaspar fez pela vida enquanto Passos Coelho só começou a trabalhar aos quarenta e arranjou emprego nas empresas do tio Ângelo. Vítor Gaspar tem uma vida familiar estável enquanto Passos Coelho andou de doce em doce. Vítor Gaspar tem dado provas de alguma inteligência enquanto em Passos Coelho as debilidades intelectuais, senão mesmo a burrice, são evidentes. Gaspar é um extremista conservador que sabe o que quer enquanto Passos Coelho não tem capacidade para avaliar a consistência das suas próprias ideias e muda de opinião ao ritmo de um catavento.
Mais tarde ou mais cedo a crise económica dará lugar á crise política, isso se o ambiente social não de degradar ao ponto de não bastar polícias provocadores e assistir-se a uma debandada cobarde dos rapazolas e bonequinhas que formam este governo da família dos Batanetes. Nessa altura emergirá a imagem de Vítor Gaspar que é o único membro deste governo que parece saber o que quer, os que também apresentam esta qualidades, como o Crato ou o Paulo Macedo, é porque são os que melhor interpretam as ordens do ministro das Finanças.
O Gaspar é o líder que a direita deste país sempre desejou, o novo Salazar desse sebastianismo salazarista que ao longo de décadas sempre alimentou os sonhos da nossa direita e que explica o descontrolo que levou o director do “i” a um editorial digno da designação de ejaculação precoce por parte do Amorim. Esse novo Salazar nunca foi encontrado, Marcelo era mole, Spínola nunca foi aceite, Eanes rejeitou o papel, Cavaco não fazia o género. Mas Gaspar tem as virtudes reconhecidas em Salazar, o ruralismo, a defesa clara dos interesses da classe dominante, o desprezo pelo sofrimento do povo, uma visão ruralista do desenvolvimento económico.
Pensar que o PSD se move por ideologias e rejeita o gasparismo é uma ilusão, a extrema-direita que sobreviveu ao antigo regime foi inteligente suficiente para não se organizar partidariamente ou para se expor nos partidos mais à direita. Para o CDS foram as pessoas mais gradas do regime, ao PSD aderiram as bases e os dirigentes locais do regime, a Legião Portuguesa e os olhos e ouvidos da DGS. O PSD nunca escondeu a tendência para o autoritarismo, foi essa a qualidade que viram em Cavaco Silva e mais dia, menos dia será essa a qualidade que irão exibir em Gaspar.
 
in: Jumento

Política de Verdade (episódio 3427)

PSD trava fiscalização das privatizações no Parlamento 

PSD chumba proposta do PS para que a comissão parlamentar que acompanha as medidas da ‘troika’ vigiasse as privatizações. 

Populismo Selectivo

"Espera-se que Duarte Marques, líder da JSD, que se revelou tão afoito na defesa do apuramento de responsabilidades criminais dos agentes políticos «pela situação económica do país», já esteja a reunir documentos e a preparar um dossier sobre o processo de transferência dos fundos de pensões da banca para o Estado.

É que se trata de um negócio que constitui, ao mesmo tempo, uma forma deliberada de descapitalização da Segurança Social e mais um passo no descarado benefício do sector financeiro. De facto, os dois mil milhões de euros resultantes desta transferência não só não vão directos para os cofres da Segurança Social, como seria expectável (servindo antes, por decisão do governo, para «injectar liquidez na economia»), como se imputa ao sistema público de pensões uma pesada responsabilidade, que adia «para as gerações futuras o pagamento de compromissos assumidos no presente». E, como se não bastasse, ao abrigo desta despudorada negociata, permite-se que os custos – para as instituições financeiras – decorrentes da transferência, possam ser abatidos no seu lucro tributável, durante um período de 10 a 20 anos.

Em coerência, exige-se portanto que Duarte Marques agende novamente, em breve, uma audiência com o Procurador Pinto Monteiro, levando consigo este assunto e sugerindo, como fez no passado recente, que se está perante indícios criminais que apontam para «a irresponsabilidade daqueles que de forma óbvia e deliberada, movidos por interesses mais ou menos obscuros, atentaram vergonhosamente contra a nação». É que, tal como o sol, a demagogia e o populismo oportunista deviam, no mínimo, nascer para todos."

in: Ladrões de Bicicletas

"Nós só queremos Lisboa a arder" - Jorge Fiel (JN)

"Nós só queremos Lisboa a arder"

Nós não queremos mesmo Lisboa a ser consumida pelas labaredas. O que nós queremos é dizer, em voz bem alta, que estamos fartos de ser chulados. 

Há alguns anos (não muitos), com os ânimos incendiados pela vã tentativa do estado-maior benfiquista de quebrar a hegemonia portista com manobras na secretaria, esteve em voga a palavra de ordem "Nós só queremos Lisboa a arder".

A provocação não caiu no goto da generalidade dos residentes na capital, pelo que amiúde alguns lisboetas, meus amigos ou conhecidos, perguntavam-me se também eu achava bem a ideia de pegar fogo à sua cidade.

"Não. Lisboa é uma bela cidade. O que defendo é o uso de uma bomba de neutrões, de modo a preservar o magnífico património edificado". Foi esta a resposta que formatei para dar nessas ocasiões. Quando a pergunta não é séria, sinto-me desobrigado de responder a sério.

Neste novo século, trabalhei oito anos em Lisboa, uma das mais bonitas cidades do Mundo, pela qual é muito fácil uma pessoa ter uma paixão fugaz e à primeira vista.

Estou imensamente feliz por o JN me ter proporcionado voltar a viver na cidade que amo e onde nasci, mas não posso negar que, de vez em quando, ainda sinto uma pontinha de saudade de alguns pequenos prazeres que Lisboa pode oferecer, como um fim de tarde no miradouro da Graça, petiscar ao almoço uma sanduíche de rosbife e um copo de branco no terraço do Regency Chiado, ou tomar o café matinal na esplanada da Ponta do Sal, em S. Pedro do Estoril.

Quando alguém é incapaz de diferenciar se estamos a falar em sentido estrito ou figurado, geram-se situações embaraçosas e terríveis mal-entendidos. Ninguém quer mesmo Lisboa a arder. O que queremos a arder, num fogo purificador, é a governação centralista que empobrece o Norte e desgraça o país.

O modelo centralista de pôr todas as fichas em Lisboa, partilhado por todos os partidos do arco da governação, é o responsável por 2000-2010 ter sido a pior década de Portugal desde 1910-20 - anos terríveis em que vivemos uma guerra mundial, golpes de Estado e a epidemia da gripe espanhola.

Na primeira década deste século, o crescimento médio anual da nossa economia foi de 0,47%, apesar do afluxo diário médio de seis milhões de euros de Bruxelas, que valiam todos os anos 2% do PIB.

Já ultrapassado pelo Alentejo e Açores, o Norte é a região mais pobre do país, apesar de ser a que mais contribui para a riqueza nacional, com 28,3% do PIB, logo a seguir a Lisboa e Vale do Tejo, com uns 36% enganadores, já que aí está contabilizada a produção feita noutras partes do país pelas grandes companhias nacionais e multinacionais com sede na capital.

Quando leio (ver página 2) que ao abrigo do famoso efeito de dispersão - uma vigarice inventada para desviar para Lisboa fundos comunitários - dinheiro destinado às regiões mais pobres está a ser usado pelos serviços gerais e de documentação da Universidade de Lisboa, dá-me vontade de ir para a rua gritar "Nós só queremos Lisboa a arder".

Não. Nós não queremos mesmo Lisboa a ser consumida pelas labaredas. O que queremos é dizer que estamos fartos de ser chulados e já é tempo de impedir que Portugal continue a arder em lume brando, por culpa de governantes incompetentes ou corruptos.

in: JN

Merkel tenta convencer Passos a vender EDP à E.ON

Angela Merkel falou com Passos Coelho sobre a empresa alemã candidata à privatização da EDP, relata o Financial Times. 

O jornal britânico escreve hoje que a chanceler alemã, "numa conversa recente" com Pedro Passos Coelho, "procurou sublinhar os benefícios da oferta da E.ON" pela EDP. O Financial Times relata o assunto na forma de "Governo alemão dá uma ajuda à E.ON na corrida à privatização da EDP".

Vamos lá abrir as pernas aos nossos amigos alemães e vender-lhes ao desbarato a nossa melhor empresa! 

Há uns tempos atrás poderia-se falar em tráfico de influências...

 

A Queda


Compreender a Dívida Pública


JS Lousada na Caminhada "Todos a Andar"


A Juventude Socialista de Lousada esteve presente no passado dia 1 de Dezembro na Caminhada "Todos a Andar" EDP/Liga Portuguesa Contra o Cancro.

Nesse sentido, passamos um domingo de manhã diferente contribuindo para uma excelente causa pública e que é de todos nós, associado a um evento desportivo promovido pela Run Porto e pela Câmara Municipal de Lousada.

A dívida explicada a crianças


"A dívida americana em proporção do PIB sobe e desce ao longo dos anos, coincidindo os picos com conflitos armados ou crises de especial gravidade.

Em valor absoluto, porém, a tendência é para ela crescer sempre, mesmo quando se expande mais lentamente do que o produto nominal. A mera observação confirma, pois, que a dívida é renovada, renegociada ou reestruturada - mas nunca paga. Sucede assim porque novos projetos são lançados e financiados ao mesmo tempo que outros, antigos, são concluídos e amortizados.

Eis outra forma, porventura mais feliz, de explicar a coisa:
As dívidas dos Estados são por definição eternas. As dívidas gerem-se. Claro que não devemos deixar crescer a dívida muito, porque isso pesa depois sobre os encargos. Todavia, para um país como Portugal, é essencial financiamento para desenvolver a sua economia.
Estou, é claro, a citar Sócrates. Exige-se um módico de inteligência para compreender isto."

João Pinto e Castro

Nota: Há também aqueles que mal ouviram as palavras de Sócrates, viram a oportunidade das suas vidas para saírem do estado de abstinência que mergulharam desde que não conseguem "viver" sem atacar Sócrates e foi o êxtase total. Depois, Pedro Passos Coelho concordou com as palavras de Sócrates e por íncrivel que pareça, a opinião destas pessoas muda. É o MUDAR!

Portas, Prémio Biltre 2012

Num ano de fortíssima concorrência, Paulo Portas acaba de dar um passo de gigante para a conquista do Prémio Biltre 2012 ao ter comentado com esta honestidade intelectual e exemplarismo ético uma frase retirada do seu contexto, contexto esse do foro particular, e frase essa absolutamente correcta; tão correcta que até Passos Coelho, um homem invulgar, já a validou para o mundo poder concentrar-se em paz na implosão da Zona Euro:
“O único comentário que me ocorre, com toda a franqueza, é que está explicado como é que o setor público e as empresas públicas atingiram o nível de dívida absolutamente astronómica que se atingiu em Portugal: é porque o primeiro-ministro pensava que não se pagava”, disse.
Paulo Portas comentava em Bruxelas, à margem de uma reunião de chefes de diplomacia da NATO, uma declaração proferida por Sócrates em Paris durante uma palestra, e hoje reproduzida pelo “Correio da Manhã”, segundo a qual “para pequenos países como Portugal e Espanha, pagar a dívida é uma ideia de criança”, pois “as dívidas dos Estados são por definição eternas”.
O ministro dos Negócios Estrangeiros e líder do CDS-PP disse que, ao ser informado dessa declaração, teve “que a ler segunda vez para acreditar que um antigo primeiro-ministro tinha dito isso”, e acrescentou que, “infelizmente, como as pessoas sabem”, porque estão a sofrer sacrifícios, “as dívidas pagam-se”.

O Ministro ensombrado de um Governo tétrico tem-se notabilizado por conseguir fazer de Houdini um mero aprendiz perante a sua peculiar arte para sair do palco sem necessidade de se enfiar em caixotes ou gaiolas. Ainda ninguém sabe ao certo que técnicas Portas está a utilizar para desaparecer de todas as situações onde o Governo defende o povo contra os efeitos nefastos da presença de dinheiro nos bolsos dos contribuintes, mas fontes especializadas, que não quiseram ser identificadas, já disseram que estamos perante o maior espectáculo de magia desde aquele número que fizeram no BPN.

Pois este ser ultimamente apagado e vadio teve um injecção de alegria porque podia falar de Sócrates depois de alguns meses de carência. E falou de ouvido, terá sido enganado por algum meliante desses do rendimento mínimo? Não, confessa que leu. E que voltou a ler. São assim os leitores do Correio da Manhã, voltam sempre ao local do crime onde assassinam a inteligência.

in: Aspirina B

Secretário-Geral da JS de visita a Lousada (amanhã)


Pedro Delgado Alves, deputado e Secretário-Geral da Juventude Socialista visitará Lousada amanhã.

Esta visita, inserida nas semanas federativas será realizada às 15 horas com a deslocação ao complexo desportivo de Lousada e haverá lugar a uma reunião com o executivo socialista da CM Lousada e com o secretariado da JS Lousada.

Comparece!

Semanas Federativas - Porto


Descrição
A Semana Federativa do Porto da Juventude Socialista decorre de 7 a 11 de Dezembro e irá percorrer os 18 concelhos do distrito. Este roteiro contará com a presença do Secretário-geral da JS, Pedro Delgado Alves, e será uma oportunidade única para discutir as grandes questões políticas da actualidade e os problemas da região.

Contamos com a presença de todos!


AGENDA

Quarta-feira, 07.12.2011

20.00 – Porto (Jantar de arranque da Semana Federativa, Visita ao Centro Avançado de Sexualidades e Afectos – CASA –, ponto de encontro no restaurante «Bicho Papão»)


Quinta-feira, 08.12.2011

10.00 – Valongo (Bairros Sociais em Campo e Alfena, ponto de encontro na J.F. Campo)

13.00 – Maia (Tomada de posse dos novos órgãos, ponto de encontro na C.M. Maia)

15.00 – Vila do Conde (Teatro Municipal, Nau, Museu Alfandegário, ponto de encontro na C.M. Vila do Conde)

18.00 – Póvoa de Varzim (Praça do Almada, Zona comercial da Rua da Junqueira, ponto de encontro na C.M. Póvoa de Varzim)

20.00 – Trofa (Jantar de confraternização em Guidões – 7,50€ –, Apresentação/Debate sobre o Orçamento Participativo Jovem, Festa-convívio, ponto de encontro na Estação Nova da Trofa)


Sexta-feira, 09.12.2011

09.00 – Santo Tirso (Incubadora da Fábrica do Teles, ponto de encontro no Café Mónica, em frente à C.M. Santo Tirso)

11.30 – Paredes (Escola Secundária reabilitada pela Parque Escolar, Fábrica em Rebordosa, ponto de encontro na Sede da JS Paredes)

13.00 – Felgueiras (Almoço de confraternização no centro da cidade – 10,00€ –, ponto de encontro na C.M. Felgueiras)

15.00 – Lousada (Complexo Desportivo Municipal, ponto de encontro na C.M. Lousada)

17.00 – Penafiel (Sede da Banda Musical de Rio Mau, ponto de encontro na J.F. Rio Mau)


Sábado, 10.12.2011

10.00 – Visita a Matosinhos (Inauguração de Escola EB1/JI Quinta S. Gens na Senhora da Hora, Biblioteca Municipal, Casa da Juventude, Feira de Artesanato FAMA, Almoço de confraternização – 10,00€ –, ponto de encontro na Escola EB1/JI Quinta S. Gens)

17.00 – Gondomar (Debate sobre a reforma administrativa do Poder Local, ponto de encontro na Sede do PS S. Cosme)

20.00 – Paços de Ferreira (Jantar de Natal JS/PS Paços de Ferreira – 10,00€ –, Festa-convívio, ponto de encontro Sede do PS Paços de Ferreira)


Domingo, 11.12.2011

10.00 – Vila Nova de Gaia (Visita à freguesia da Afurada, ponto de encontro na J.F. Afurada)

13.00 – Baião (Almoço de confraternização – 10,00€ –, Visita ao concelho, ponto de encontro na C.M. Baião)

16.00 – Marco de Canaveses (Centro Social e Paroquial de Alpendorada, ponto de encontro na Sede do PS Marco de Canaveses)

20.00 – Amarante (Jantar de confraternização – 10,00€ –, Concerto da Orquestra do Norte, ponto de encontro na C.M. Amarante)


Notas importantes:

1) As inscrições para as refeições deverão ser feitas com 24 horas de antecedência, com excepção do jantar de sábado (prazo limite: 08.12.2011 às 22.00) e das refeições de quinta-feira (prazo limite: almoço - 11.00; jantar - 16.00)

2) Eventuais alterações na agenda serão devidamente rectificadas na página do evento


Moradas úteis:

Restaurante «Bicho Papão» – Rua do Bonjardim, 440, Porto
J.F. Campo – Rua Manuel Assunção Falcão, 180, Maia
C.M. Vila do Conde – Praça Vasco da Gama, S/N, Vila do Conde
C.M. Póvoa de Varzim – Praça do Almada, S/N, Póvoa de Varzim
Estação Nova da Trofa – Rua Cesário Verde, S/N, Trofa
Café Mónica – Praça 25 de Abril, Santo Tirso
Sede JS Paredes – Parque José Guilherme, Rua 1.º de Dezembro, 56, Paredes
C.M. Lousada – Avenida Senhor dos Aflitos, S/N, Lousada
J.F. Rio Mau – Rua Padre Manuel Tavares de Sousa, 115, Penafiel
Escola EB1/JI Quinta S. Gens – Rua Senhora da Penha, S/N, Senhora da Hora, Matosinhos
Sede PS S. Cosme – Rua do Taralhão, 10, Gondomar
Sede PS Paços de Ferreira – Avenida João XXIII, 136, Paços de Ferreira
J.F. Afurada – Rua Agostinho Albano, S/N, Vila Nova de Gaia
C.M. Baião – Praça Heróis do Ultramar, S/N, Baião
Sede PS Marco de Canaveses – Rua São Nicolau, 12, Marco de Canaveses
C.M. Amarante – Alameda Teixeira de Pascoaes, S/N, Amarante

Passos Coelho, o contabilista plutocrata

Santana Castilho

Para Passos Coelho, a Educação é uma inevitabilidade, que não uma necessidade. Ao mesmo tempo que a OCDE nos arruma na cauda dos países com maiores desigualdades sociais, lembrando-nos que só o investimento precoce nas pessoas promove o desenvolvimento das sociedades, Passos Coelho encarregou Crato de recuperar o horizonte de Salazar e de a reduzir a uma lógica melhorada do aprender a ler, escrever e contar. Sob a visão estreita de ambos, estamos hoje com a mais baixa taxa de esforço do país em 37 anos de democracia. 

É significativo o facto de, em seis páginas e meia de entrevista recentemente concedida a este jornal, Passos Coelho (e, diga-se também, a entrevistadora) terem remetido a Educação para a expressão das suas sensibilidades: o zero absoluto.

Com o passar do tempo e o confronto com as medidas tomadas, clarifica-se o conteúdo ideológico de Passos Coelho e a sua intenção política de desarticular o Estado e entregar à plutocracia o que resta. 

Os exemplos abundam e são diários. Uns, financeiramente irrelevantes, esmagam moralmente. É o caso do ministro da Economia, que veio voluntariamente para Lisboa mas obteve um subsídio de renda de casa. É legal, mas é imoral. Porque ele próprio censurou e acabou com a possibilidade dos velhos viajarem em comboios vazios, pagando apenas metade do bilhete. Porque os funcionários públicos deslocados para trabalharem no país e os mais de 300 mil emigrantes forçados, recentes, não o têm. Porque para viver bem melhor que os mais de 700 mil desempregados, cujo sofrimento deveria combater com medidas que não toma, não precisa desse subsídio. Porque colegas do Governo, confrontados com a ética mínima, renunciaram a ele.

É o caso do ministro, ainda por cima da solidariedade, que foi tomar posse de vespa mas exerce de Audi, de 84 mil euros. E que tem a pouca vergonha de dizer que nada podia fazer, porque o respectivo contrato vinha de trás, bloqueado. São os casos das prebendas crescentes, que recompensam fidelidades servis. Outros, financeiramente gigantes, como o que se segue, passam de fininho por uma opinião pública pouco esclarecida.

Cerca de seis mil milhões de euros serão transferidos dos fundos de pensões da banca para o Estado. Da forma como Passos Coelho referiu publicamente a operação direi, com generosidade, para não lhe chamar mentiroso, com propriedade, que os portugueses foram enganados. 

Com aquele jeito de bom escuteiro, Passos Coelho afirmou que uma parte dos activos transferidos será usada para pagar as reformas dos bancários, no curto prazo, outra utilizada para capitalizar reservas que as garantam, no futuro, e a terceira, que denominou de excedente, de dois mil milhões de euros, saldará dívidas públicas. 

Se Passos Coelho falasse verdade, o Estado teria feito um excelente negócio. Mas não falou. Vejamos então a história, despida de manipulação. Não é possível determinar, com rigor, em quanto importa a responsabilidade em análise. Para lá chegar, usam-se modelos de previsão, assentes em pressupostos. Os modelos são falíveis e a história recente das parcerias entre o Estado e os privados mostra como os pressupostos, por norma aceites, são leoninos contra o Estado. Voltou a ser o caso presente. Com a informação disponível, quatro mil milhões de euros (os seis transferidos menos os dois que Passos retira para pagar dividas) são claramente insuficientes para dar sustentabilidade futura à operação. Com efeito, a avaliação actuarial feita terá aceitado a tábua de mortalidade e a taxa de desconto mais desfavoráveis aos interesses do Estado (a avaliação actuarial visa determinar riscos e expectativas, na área dos seguros de vida e fundos de pensões; a tábua de mortalidade permite prever o número de anos em que a pensão será paga; a taxa de desconto relaciona o valor dos fundos a transferir, no momento em que são calculados, com o valor estimado das responsabilidades futuras, sendo certo que quanto mais elevada for a taxa aceite, mais baixo será o valor dos activos a transferir). 

Assim, este negócio foi, como tem sido a regra, excelente para a banca e ruinoso para o Estado. Os encargos de que os bancos se libertaram significariam responsabilidades futuras muito mais volumosas que os 6 mil milhões que agora cederam (é só seguir estudos internacionais disponíveis e os indicadores adoptados por outros países, que fica reduzida a pó a credibilidade da palavra de Passos Coelho). Gastar já um terço desse pecúlio insuficiente, como se fosse uma receita excedente, além de tremenda irresponsabilidade, patenteia a desonestidade política de quem sempre censurou os comportamentos idênticos do Governo anterior. 

No futuro, pagarão os contribuintes, por via de mais espoliação despudorada, ou os bancários, por via da diminuição das suas reformas. E quando, lá para Fevereiro de 2012, os milhões forem pagos aos credores do Estado, estes correrão a entregá-los aos seus próprios credores, isto é, à banca. Ficará então fechado o ciclo da plutocracia dominante.

Passos Coelho ainda não entendeu que a sua estrita visão contabilística poderá proteger o país do aguaceiro do presente, mas vai deixá-lo bem mais vulnerável à tempestade do futuro. Nem a escola onde estudou nem a curta experiência de gestão que teve lhe ensinaram que há uma diferença entre o importante e o urgente. Centrou-se no imediato. Abriu-se à plutocracia. É um utilitarista irracional. E não só nos empurra para a penúria, como afirma que esse é o nosso futuro. 

Se o regime não estivesse podre e a sociedade abúlica, o seu provir seria curto.

Passado, Presente e Futuro

No sábado passado decorreram as Jornadas de História Local, sendo possível, entre outras temáticas, conhecer uma decisão de um antigo executivo camarário de Lousada, tomada há muitas décadas, de recusar a construção de escolas primárias no âmbito do projecto do Conde Ferreira. Sendo, embora, uma deliberação bem intencionada, teve, porém, consequências dramáticas para o concelho, durante várias gerações.

Na verdade, se na altura, as questões financeiras falaram mais alto, por os autarcas da época entenderem que a adesão ao programa seria mais dispendioso para erário público do que a construção de edifícios mais modestos, a verdade é que o concelho nem desfrutou dos benefícios da proposta, nem encontrou alternativas válidas para uma cobertura escolar satisfatória. Resultado: os índices de analfabetismo e, posteriormente, de insucesso e de abandono escolar lançaram o concelho para estatísticas devastadoras no panorama nacional.

O interesse da História não é desenterrar mortos, mas aprender com os acontecimentos. E já em pleno século XXI, a construção dos centros escolares remete-nos, com surpreendente actualidade, para a mesma questão que desafiou os responsáveis municipais há mais de um século. Entre equipamentos preparados para os desafios do futuro, com importante financiamento pela União Europeia, e ficarmos excluídos do plano de modernização dos estabelecimentos de ensino e da qualidade da instrução pública, a nossa resposta foi peremptória. 

As vozes discordantes, naturalmente aceitáveis e supostamente também bem intencionadas, correm o risco de repetir o mesmo erro, olhando apenas o presente, enquanto nós acreditamos no futuro.
O exposto em relação à educação é extensível ao desporto e à cultura, áreas de importância estratégica para o desenvolvimento local. Afortunadamente, fiquei responsável por esses pelouros, permitindo-me uma grande realização pessoal, mas, muito mais importante, a possibilidade de consumar um conjunto alargado de políticas que originaram transformações radicais no concelho.

A construção de pavilhões polidesportivos insere-se nesta prioridade. Quando a oposição defendia no manifesto eleitoral 1 pavilhão por 5 mil habitantes (e não 1 por 5 freguesias, como agora veio rectificar) e nós conseguimos 1 por cada 2 freguesias, confirma-se, afinal, a nossa capacidade de rendibilizar recursos, colocando os equipamentos ao serviço das escolas, das associações e da população em geral, como os exemplos recentes de Santo Estêvão, Nogueira, Aparecida e Lustosa vêm confirmar. 

Aliás, tudo executado, como as notícias ultimamente vindas a público igualmente certificam, numa grande disciplina financeira, que permite apontar a Câmara de Lousada como a mais cumpridora da região.

Sobre a Cultura, o reconhecimento público incentiva-nos a prosseguir o mesmo caminho. Quem considera os espectáculos de gosto duvidoso, estará, afinal, a desvalorizar o sacrifício do trabalho associativo, pois a larga maioria dos eventos tem por base os grupos locais.

Joe Berardo pede "Política de Verdade"

“O Presidente da Republica é um pouco responsável por muita coisa que aconteceu até agora”, disse o comendador à Lusa, acrescentando: “Acho que o Presidente da República devia pedir a resignação.”
“O nosso Presidente da República, não sei por quanto tempo, vai ficar muito zangado, mas não estou preocupado com o PR, estou preocupado é com o que está a acontecer a Portugal, que não há maneira de dar a volta por cima”, acrescentou Joe Berardo.
O empresário justifica o pedido de resignação, dizendo que Cavaco Silva está “relacionado com o BPN, ganhou dinheiro, e isso nunca foi bem explicado aos portugueses”, e tinha encontros com Oliveira e Costa (antigo responsável do BPN), um “amigo de longa data e homem do fisco do tempo” dos seus governos.
“Vi o Presidente da República dizer publicamente que o Dias Loureiro (antigo ministro e responsável do BPN) era uma pessoa honesta, em quem tinha confiança, mas já saiu”, referiu ainda o comendador.

Uma Questão de Coerência

1. No passado dia 24 de Novembro realizou-se mais uma greve geral. Um direito inalienável de todo e qualquer cidadão de uma sociedade verdadeiramente democrática.

Opiniões sobre os prós e contras da greve não faltaram, mas o que me custou mais ouvir foram as mudanças de discurso quando os protagonistas no poder são outros.

O povo tem o direito à indignação ordeira, ao protesto, à acção e reacção, essa foi uma das conquistas de Abril, mas se na última greve geral eu era da opinião que esta não traria nada de novo ao país, muito pelo contrário, não vejo razão para mudar de opinião desta vez.
O grande problema tem sido este. As diferenças de opinião de parte a parte, principalmente em todos os intervenientes políticos.

Hoje não faltam aqueles que criticam as actuais greves e manifestações, mas é curioso que há uns meses atrás foram seus entusiastas, apoiantes e participantes fervorosos. Para esses o que era uma questão de justiça, hoje é um absurdo e uma “malandragem”. Os partidos poderiam ter uma posição mais construtiva do que reaccionária e reivindicativa.

É por todas estas razões que as greves/manifestações deveriam ser integralmente apartidárias e a cargo da opinião e juízo popular em exclusivo.

2. A Fitch colocou Portugal no nível correspondente a “Lixo”. Para os actuais governantes, antes de 5 de Junho este posicionamento traduzia um Governo esgotado e incapaz, agora é um ataque especulativo que nem merece comentários.

Mais uma vez não posso mudar de opinião e reafirmo que desde 2008 as agências de rating moveram uma guerra sem precedentes aos países mais fracos do Euro, não escolhem Governos ou ideologias para o fazerem e este é mais um sinal disso mesmo.

Sejamos cumpridores ou incumpridores das metas traçadas, a avaliação é sempre a mesma até que a verdadeira União Europeia acorde deste Merkelismo repudiante que já nem a Alemanha poupa.

Tal como Sérgio Lavos afirma, em 1929 vivemos uma crise idêntica a esta. Os EUA implementaram o New Deal de Roosevelt/Keynes com um “reforço do investimento público e redução de impostos” e recuperou a economia americana.

Por seu turno Weimar tinha a tarefa de recuperar a Alemanha e tentou fazê-lo cortando nas despesas, no investimento do Estado e a contrair a economia pela poupança asfixiante.
O resultado disto foi um descontentamento generalizado entre os Alemães e Hitler subiu ao poder.

O resto da História não precisa de ser contada… toda a gente sabe o que se passou.


Nelson Oliveira
Coordenador da JS Lousada

Os feitos do Governo

Com cinco meses de Governo, há cinco objectos icónicos cujo desaparecimento se pode dar por definitivo, encomendando-se-lhes um adequado R.I.P.:

1. O boné de feira de Paulo Portas, talvez esquecido no Foreign Office, talvez mesmo ofertado a Hugo Chávez.

2. A Vespa de Mota Soares, sacrificada à solidariedade requerida pelos Audis.

3. A carga de dinamite com que Nuno Crato ia provocar a implosão do Ministério da Educação.

4. O monta-cargas no qual Carlos Moedas ia fazer baixar os juros da dívida pública.

5. E, last but not the least, o cidadão que dizia chamar-se Mário Nogueira, a quem a derrota socialista fez murchar toda a virilidade manifestacional.

Augusto Santos Silva

Juventude Socialista de Lousada visita Nevogilde



Os elementos do Secretariado da Juventude Socialista de Lousada deslocaram-se no passado dia 26 de Novembro à freguesia de Nevogilde, na companhia de Pedro Machado e Carla Dias (representante do PS em Nevogilde), no sentido de, numa perspectiva positiva e proactiva, abordarem os seus cidadãos acerca das suas necessidades e observarem no local as obras realizadas.

Fomos recebidos pelo Sr. Presidente de Junta – José Luís Pacheco –, o qual nos colocou a par das recentes intervenções realizadas, bem como das principais necessidades da freguesia. Desta forma, informou-nos da necessidade de concluir, com urgência, a pavimentação da Rua da Aldeia, bem como da intenção de requalificar o Largo da Sr.ª da Ajuda e concluir a construção da Casa Mortuária. Informou-nos ainda da pretensão de concluir o Parque de Lazer, na margem do Rio Mezio.

Numa vertente social, a nosso ver de importância extrema, Nevogilde continua a disponibilizar junto da população, consultas médicas em que a Junta assume uma grande percentagem dos encargos financeiros.

Para além disto, são notórios os benefícios adquiridos pela população com a requalificação de um dos acessos mais importantes da freguesia, desde a EN 106 até à Sr.ª da Ajuda (Rua da Aldeia, Rua do Guedes, Av.ª Sr.ª da Ajuda e Rua Sr.ª da Ajuda), obra promovida pela Câmara Municipal de Lousada e que se encontra em fase de conclusão.

Nevogilde dispõe de um moderno Centro Escolar, inaugurado no anterior mandato, e apresenta taxas de cobertura de água e saneamento invejáveis em qualquer país desenvolvido (cobertura particamente total na água e cerca de 90% no saneamento).  

Nesta visita constatamos ainda a intensa proximidade existente entre o poder político autárquico e os cidadãos, aproveitando este facto para promovermos uma política de proximidade junto de quem é realmente importante para nós.

O Secretariado da JS Lousada