JS Lousada quer aumento do número de efetivos da GNR em Lousada
![]() |
Luís Cunha, Rui Pereira, Eduarda Ferreira, Tenente-Coronel António Silva e Carlos Bessa |
No passado dia 22 de abril de 2015, a Juventude Socialista de Lousada foi recebida pelo Sr. Tenente-Coronel António da Silva Ferreira, responsável pelos Recursos Humanos do Comando Territorial do Porto, para uma reunião de trabalho.
O intuito da reunião foi confirmar a necessidade de um aumento de meios e do número de efetivos da GNR no Posto Territorial de Lousada uma vez que, nos últimos anos, este número tem-se mantido estagnado – com trinta e cinco polícias e apenas seis viaturas.
Esta luta tem sido uma bandeira da JS Lousada. Na verdade, foi em 2011 que enviamos o primeiro requerimento ao Ministério da Administração Interna, Dr. Miguel Macedo, a solicitar o reforço do número de efetivos do nosso posto com a máxima urgência, dado que no biénio 2011-2012 a criminalidade contra pessoas e contra a comunidade tinha crescido exponencialmente face aos anos anteriores, não havendo meios nem recursos para uma resposta adequada no nosso concelho.
Em resposta a esta nossa solicitação recebemos um ofício onde o próprio Ministério reconhecia a urgência em aumentar o corpo militar da GNR em Lousada e que, sem prejuízo dos cuidados que o Comando Territorial do Porto teria com a nossa situação, o reforço estaria previsto para 2012.
Pois bem, tal promessa não foi cumprida e atualmente, mesmo com os últimos recrutamentos, o Posto da GNR de Lousada não tem beneficiado de um crescimento de recursos humanos, pelo que o rácio entre número de habitantes e número de polícias é completamente desequilibrado – situação assumida e reconhecida pelo Comando Territorial.
O intuito da reunião foi confirmar a necessidade de um aumento de meios e do número de efetivos da GNR no Posto Territorial de Lousada uma vez que, nos últimos anos, este número tem-se mantido estagnado – com trinta e cinco polícias e apenas seis viaturas.
Esta luta tem sido uma bandeira da JS Lousada. Na verdade, foi em 2011 que enviamos o primeiro requerimento ao Ministério da Administração Interna, Dr. Miguel Macedo, a solicitar o reforço do número de efetivos do nosso posto com a máxima urgência, dado que no biénio 2011-2012 a criminalidade contra pessoas e contra a comunidade tinha crescido exponencialmente face aos anos anteriores, não havendo meios nem recursos para uma resposta adequada no nosso concelho.
Em resposta a esta nossa solicitação recebemos um ofício onde o próprio Ministério reconhecia a urgência em aumentar o corpo militar da GNR em Lousada e que, sem prejuízo dos cuidados que o Comando Territorial do Porto teria com a nossa situação, o reforço estaria previsto para 2012.
Pois bem, tal promessa não foi cumprida e atualmente, mesmo com os últimos recrutamentos, o Posto da GNR de Lousada não tem beneficiado de um crescimento de recursos humanos, pelo que o rácio entre número de habitantes e número de polícias é completamente desequilibrado – situação assumida e reconhecida pelo Comando Territorial.

A aposta na segurança dos cidadãos é desde sempre uma das maiores prioridades de um estado de direito democrático, não podendo ser olvidada a confiança legítima dos cidadãos de um país em verem tanto a sua integridade como a sua propriedade serem protegidos e assegurados pelas autoridades policiais.
É por esse caminho, pela proximidade às pessoas e aos seus interesses, que a Juventude Socialista de Lousada permanecerá nesta causa em prol de Lousada e dos Lousadenses, particularmente aqueles que residem nas freguesias mais distantes da sede do posto da GNR.
Nesse sentido, iremos proceder a novas diligências junto do Governo no sentido de ser garantido o aumento do número de efetivos no posto da GNR de Lousada, tal como foi prometido pelo Ministério da Administração Interna durante este mandato.
O Secretariado da JS Lousada
27/04/2015
Convocatória: Comissão Política Concelhia PS Lousada (1 Maio)
Convocatória

Ponto único - Apreciação da situação política geral.
Trinta minutos para discussão de outros assuntos de interesse - Inauguração da nova sede concelhia.
O Presidente da Mesa da Comissão Política Concelhia,
Eduardo Vilar
A prova de que Cavaco Silva atribuiu méritos a ex-agentes da PIDE
Muito se tem falado sobre este episódio. E em todos os aniversários comemorativos do 25 de Abril, este assunto é trazido à discussão.
- Cavaco Silva, no ano da morte de Salgueiro Maia, atribui uma "pensão por serviços excepcionais e relevantes prestados ao país" a dois ex-inspetores da PIDE/DGS.
A direita teima em tentar calar este episódio de Sua Excelência, atual Presidente da República e ex-Primeiro Ministro Aníbal Cavaco Silva.
Questionam até a veracidade deste assunto.
Pois bem. Aqui fica a prova.
E para a História fica também a atuação desavergonhada de Cavaco ao recusar a pensão a Salgueiro Maia - situação apenas corrigida por António Guterres, já depois do falecimento deste.
- Cavaco Silva, no ano da morte de Salgueiro Maia, atribui uma "pensão por serviços excepcionais e relevantes prestados ao país" a dois ex-inspetores da PIDE/DGS.
A direita teima em tentar calar este episódio de Sua Excelência, atual Presidente da República e ex-Primeiro Ministro Aníbal Cavaco Silva.
Questionam até a veracidade deste assunto.
Pois bem. Aqui fica a prova.
E para a História fica também a atuação desavergonhada de Cavaco ao recusar a pensão a Salgueiro Maia - situação apenas corrigida por António Guterres, já depois do falecimento deste.
Cheira a Bafio Salazarista?

Contudo, no dia 9 de abril, o Primeiro-ministro de Portugal referiu numa conferência sobre investimento em Portugal realizada na Fundação Champalimaud que “a única reforma que ficou por fazer foi reduzir os custos laborais”.
Com esta declaração é um facto que Passos Coelho quer continuar a transformar Portugal num novo Bangladesh. Passos Coelho conseguiu baixar pensões, aumentar a pobreza, o desemprego, a dívida, privatizar empresas lucrativas e caminhar no sentido de também privatizar o Serviço Nacional de Saúde como comprova Leal da Costa – Secretário de Estado da Saúde, com o seu tradicional sentido de oportunidade, referindo que apesar do recuo da oferta pública, não há desinvestimento do Estado na saúde, porque o crescimento da saúde privada é financiado pelo Orçamento do Estado.
Tudo isto numa semana em que a TVI reporta o caos nas urgências em Portugal (fora dos picos de afluência) e constata as condições degradantes e terceiro mundistas do SNS, apesar de Leal da Costa gozar com os Portugueses, principalmente com todos os que recorrem aos Hospitais Públicos, referindo que o que viu foram “pessoas bem sentadas e com proteções para não caírem das macas”.
Em 2014 Portugal sofreu a maior queda de salários da União Europeia e tem atualmente menos de metade dos custos de trabalho da zona euro. Perante estes dados, inclusive reportados pelo Eurostat o que pretende Passos Coelho para Portugal? Empobrecimento seletivo de franjas da sociedade? Da classe trabalhadora? Não deveria um Primeiro-Ministro pugnar, isso sim, pelo aumento da produtividade, crescimento empresarial, melhoria da qualidade e finalmente, aumento dos salários? O que pensam os trabalhadores das palavras do seu mais alto representante governativo que defende uma economia de baixos salários para o seu país?
Podemos aceitar a luta partidária. A troca de argumentos. As conferências de imprensa cirurgicamente preparadas para assinalar que o país está uma autêntica maravilha, mesmo quando temos um dos maiores níveis de emigração de sempre.
Aceitamos tudo. Mas não podemos aceitar que um Primeiro Ministro queira que os seus cidadãos sejam apenas uns meros lacaios ao serviço de uma exploração empresarial, onde se cava um fosso cada vez maior entre classes e assente em baixos vencimentos.
Um Primeiro Ministro que pretende uma economia de baixos salários para Portugal e assume-o sem reservas, deve desde logo ter uma resposta democrática de repúdio.
Também foi por ideias como estas que o 25 de abril surgiu.
in: Verdadeiro Olhar
Para os analistas económicos de "5 minutos" - Dívida Pública
Todos aqueles que analisaram o programa macroeconómico do PS em apenas 5 minutos, certamente irão tirar conclusões absolutamente extraordinárias perante esta leitura de 1 minuto.
DÍVIDA PÚBLICA AUMENTA 9 MIL MILHÕES EM 2 MESES
Banco de Portugal diz que o aumento "reflecte, sobretudo, emissões líquidas de títulos e de certificados de Aforro e do Tesouro".
A dívida das administrações públicas aumentou mais de 2,7 mil milhões de euros em Fevereiro, atingindo os 234.585 milhões de euros, segundo números hoje divulgados pelo Banco de Portugal (BdP).
De acordo com o boletim estatístico de Abril, hoje publicado pelo banco central, a dívida pública na óptica de Maastricht, a que conta para Bruxelas, foi de 234.585 milhões de euros em Fevereiro, mais 2.716 milhões do que o verificado em Janeiro.
Considerando os dois primeiros meses do ano, o Estado aumentou a dívida em 9.305 milhões de euros, uma vez que fechou 2014 com um endividamento de 225.280 milhões de euros, o equivalente a 130,2% do Produto Interno Bruto (PIB).
Numa nota divulgada hoje, a instituição liderada por Carlos Costa explica que este aumento nos dois primeiros meses de 2015 "reflecte, sobretudo, emissões líquidas de títulos e de certificados de Aforro e do Tesouro".
Excluindo os depósitos da administração pública, a dívida pública na óptica de Maastricht caiu 372 milhões de euros em Fevereiro quando comparando com o mês anterior, cifrando-se nos 207.984 milhões de euros no segundo mês deste ano.
Comparando com o valor registado no final de 2014, a dívida líquida de depósitos passou dos 208.128 milhões de euros em Dezembro para os 207.984 milhões de euros em Fevereiro, uma diminuição de 144 milhões de euros em dois meses.
Diário Económico
PSD/CDS preocupados. Plano económico do PS tem propostas e resulta.
Preocupação indisfarçável
O Governo está preocupado com esta espécie de ensaio para um programa eleitoral encomendado pelo PS a um grupo de 12 economistas, apresentado publicamente na terça-feira. Ontem, no Parlamento, a intervenção inesperada de Paulo Portas no final do debate sobre o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) foi a face visível dessa preocupação. Com alguma razão, diga-se. Depois de meses a ironizar ou a desafiar os socialistas a apresentarem alternativas às suas políticas, aí está agora um projecto cujos pressupostos não podem ser facilmente arrasados pela maioria.
Primeiro, porque foi construído por um grupo heterogéneo de economistas, alguns dos quais de pendor bem mais liberal do que muito boa gente próxima do PSD ou do CDS; depois, porque muitas das soluções encontradas não só estão longe de agradar a grande parte da esquerda como são combatidas por ela; e, finalmente, porque o horizonte de alívio da austeridade é bem capaz de seduzir uma parte significativa do eleitorado.
Ou seja, já que não há timing para um regresso à vida antes da crise, então talvez seja mais fácil o amortecedor apresentado pelo PS. Ora é justamente esta ideia que a coligação quer a todo o custo impedir que se instale. Para isso, o contra-ataque do Governo apontou em duas direcções. Logo no início do debate, Maria Luís Albuquerque tentou descredibilizar as contas socialistas, argumentando que se alicerçam numa “colagem de previsões que, no mínimo, não se percebe”.
No final, Paulo Portas resolveu apostar na criação de um clima de medo com o fantasma do regresso ao passado. É um argumento já bastante gasto ao longo destes quatro anos de governação e que por isso já não rende como dantes.
Até porque, para mal da actual maioria, o PS nem está a prometer mundos e fundos. E é talvez por isso que nem a circunspecta ministra das Finanças conseguiu resistir a uma inesperada quase promessa: diminuição dos prazos de devolução dos salários da função pública.
in: Público
Governo PSD/CDS: Dívida Pública continua a aumentar
Dívida pública sobe para 234,6 mil milhões de euros em Fevereiro
O aumento de 9,3 mil milhões de euros registado
nos dois primeiros meses deste ano está relacionado com as emissões
líquidas de títulos e de certificados de Aforro e do Tesouro. A dívida
líquida ficou estável.
A dívida pública aumentou 9,3 mil
milhões de euros nos dois primeiros meses deste ano, para um valor
recorde de 234,6 mil milhões de euros, de acordo com os dados revelados
esta quarta-feira, 22 de Abril, pelo Banco de Portugal.
O valor da dívida pública compara com os 225,3 mil milhões de euros registados no final de 2014, que correspondiam a 130,2% do PIB. Em 2013 a dívida pública tinha um peso de 129,7% no PIB. O valor de Fevereiro não pode ser comparado com o valor do PIB, pois apenas existem leituras trimestrais para o PIB.
O valor da dívida pública compara com os 225,3 mil milhões de euros registados no final de 2014, que correspondiam a 130,2% do PIB. Em 2013 a dívida pública tinha um peso de 129,7% no PIB. O valor de Fevereiro não pode ser comparado com o valor do PIB, pois apenas existem leituras trimestrais para o PIB.
Numa nota publicada esta quarta-feira, o Banco de
Portugal justifica o aumento da dívida pública em Janeiro e Fevereiro
com as "emissões líquidas de títulos e de certificados de Aforro e do
Tesouro".
Devido ao contexto de taxas de juro reduzidas, o
Governo tem acelerado a emissão de títulos soberanos e em Janeiro houve
uma forte corrida aos certificados de aforro e do Tesouro, devido à
alteração da regra de cálculo da rendibilidade destes produtos.
Ainda assim, em termos líquidos, a dívida pública
ficou praticamente inalterada. "Refira-se que o incremento da dívida
pública foi mais do que compensado pelo aumento de depósitos da
administração central (9,4 mil milhões de euros), tendo a dívida líquida
ficado em 208,0 mil milhões de euros", refere o Banco de Portugal. No
final de 2014 a dívida líquida estava em 208,1 mil milhões de euros.
in: Jornal de Negócios
Jantar - 25 de Abril
O Partido Socialista de Lousada levará a cabo o tradicional Jantar comemorativo do 25 de abril.
As inscrições deverão ser feitas através do número 966619120 e 916018731.
O jantar decorrerá às 20h em Aveleda (mesmo local do ano passado).
Contamos consigo.
As inscrições deverão ser feitas através do número 966619120 e 916018731.
O jantar decorrerá às 20h em Aveleda (mesmo local do ano passado).
Contamos consigo.
CDS humilhado por Passos Coelho, mas "come e cala"
CDS incomodado com as palavras de Passos Coelho
"As palavras de Passos Coelho causaram incómodo no CDS, embora não abalem o desejo de coligação. "Se calhar também podíamos dizer que o CDS governaria melhor sozinho", desabafou ao DN um alto dirigente centrista."in: DN
Um Secretário de Estado sem vergonha, chamado Leal da Costa
Governo sobre Repórter TVI: «O que nós vimos foram pessoas bem instaladas»
A Reportagem da TVI que foi emitida ontem, denunciava o autêntico caos existente nos Hospitais Portugueses, mesmo após o pico da gripe.
As imagens eram esclarecedores e típicas de um país do terceiro mundo.
Corredores sobrelotados, gente que pedia comida, doentes que urinavam e defecavam no chão, que vomitavam para cima de outros doentes e pessoal médico completamente exausto.
As imagens não mentem. Os entrevistados também não.
Face a isto, o super Secretário de Estado, conhecido pelas constantes e infelizes declarações (quem não se lembra das declarações onde assumia que o Estado tem que recusar medicação a doentes terminais com cancro), veio desta vez, reagindo às imagens, dizer:
- "O que nós vimos foram pessoas bem instaladas, bem deitadas, em macas com proteção anti queda, em macas estacionadas em locais apropriados, algumas dos quais em trânsito eventualmente para outro serviço. Vimos pessoas em camas articuladas, vimos pessoas com postos de oxigénio, vimos hospitais modernos, vimos sobretudo profissionais muito esforçados»
Mas o que é isto?
Diz que a Reportagem confirma que os SERVIÇOS DE URGÊNCIA EM PORTUGAL FUNCIONAM MUITO BEM?
A questão fica.
Quando se demite este Governo?
Sobre Baltimore, EUA e Lousada, Portugal
![]() |
Créditos Imagem: CHIP SOMODEVILLA/GETTY IMAGES/AFP |
Entretanto, as imagens que chegam, mostram um cenário de violência bastante superior aqueloutro de Ferguson.
Os EUA têm um sério problema em termos de conflitos raciais, com uma polícia dotada de força suficiente para cometer as piores atrocidades. Como diria um colega meu, "lá, eles não brincam..."
Infelizmente, os problemas de lá são ou serão os problemas de cá (ainda alguém se lembra de Paris a ferro e fogo há uns anos!?).
Porém, em Portugal, os órgãos de polícia criminal (OPC) já aprenderam a lição. Confrontados com uma legislação rigorosa em matéria de direitos civis, em Portugal, os OPC atuam a coberto da Lei ou das suas debilidades (e fazem tudo o que querem, quase!). Em Portugal (cada vez mais acredito nisto), os OPC aprenderam com os Políticos a ser duros para os fracos e fracos para os duros. Os OPC têm medo de criminosos mas não se importam de perseguir os fracos, os cidadãos que diariamente fazem e levam a sua vida da melhor maneira possível.
Em Lousada, o cenário é completamente o inverso e ainda mais dantesco no que aos OPC (leia-se GNR) diz respeito... Há uns anos, lembro-me de ter ido ao posto apresentar Queixa. Esperei meia hora e no fim disseram-me isto que nunca me irei esquecer: "Estou a terminar o meu turno para ir de férias e tenho trabalho para terminar. O meu colega do próximo turno não sabe escrever ao computador. Não temos mais pessoas. É possível escrever a queixa e mandar-nos por carta?" Passei-me... Mas fui suavemente aconselhado a ter calma (podia acontecer que os GNR testemunhassem alguma ameaça da minha parte, ou exaltação, ou outra qualquer coisa que me desse problemas judiciais). Calma, há pior... Por essa altura, um cidadão que eu conheço foi à polícia para apresentar queixa pelo facto de haver um tipo que, de Mercedes, todas as noites parava em frente à horta desse cidadão para lhe cortar (e furtar!) uns repolhos. O cidadão foi à polícia com a matrícula do carro em questão para apresentar queixa. A GNR deu-lhe todas as informações sobre o proprietário do veículo (se o cidadão quissesse passar por casa dele...) mas disse que "não valia a pena" apresentar Queixa-Crime por Furto sendo que, a única solução era a "Justiça de Fafe!" Sim, isto foi o "aconselhado" pela GNR. Escusado será dizer que o cidadão, assim aconselhado, passou três noites de caçadeira em punho para fazer a aconselhada "Justiça de Fafe". Ainda bem que o Mercedes, quiçá alertado, nunca mais lá foi, mas já estou a ver o indivíduo, perante o Juiz, a dizer: "Sr. Juiz, a GNR disse para eu fazer Justiça de Fafe...".
Parece-me que a GNR, em Lousada, precisa de mais meios e efetivos para ocorrer a todas as situações, seja qual for a sua espécie. Até há bem pouco tempo só havia uma patrulha para acorrer a acidentes de viação. O caos vem quando há dois ou três acidentes em partes opostas do concelho... Se calhar, esta é uma luta política e de cidadania que devemos empreender...
Parece-me que a GNR, em Lousada, precisa de mais meios e efetivos para ocorrer a todas as situações, seja qual for a sua espécie. Até há bem pouco tempo só havia uma patrulha para acorrer a acidentes de viação. O caos vem quando há dois ou três acidentes em partes opostas do concelho... Se calhar, esta é uma luta política e de cidadania que devemos empreender...
Ainda bem que, em Lousada, estes problemas de confrontos raciais e outros que tais, não se colocam. Se colocassem, bem que podíamos fugir!
Artigo de Opinião da Responsabilidade de João Correia.
Artigo de Opinião da Responsabilidade de João Correia.
Banir este Governo é uma obrigação.
Ter um Primeiro Ministro que diz que a única coisa que ficou por fazer foi diminuir os custos do trabalho, deve bastar para os Portugueses pretenderem banir e rapidamente este Governo PSD/CDS.
Passos quer reduzir custo do trabalho para as empresas nos próximos anos
É um facto: Destruiram a Saúde por opção
«Vamos lá ver se percebi bem: o Secretário de Estado da Saúde, Fernando Leal da Costa, não diz que o INE
não tem razão quando publica dados que mostram que houve substituição
de oferta pública de saúde por oferta privada. O que Leal da Costa diz é
que o INE
se esqueceu que referir que, apesar do recuo da oferta pública, não há
desinvestimento do Estado na saúde, porque o crescimento da saúde
privada é financiado pelo Orçamento do Estado.
Leal da Costa não diz que não haja dinheiro para a saúde, diz que há apenas uma preferência ideológica deste governo pelo desinvestimento no SNS e pela entrega dessas "poupanças" aos privados.
Já havia suspeitas de que era esta a política da maioria PSD-CDS. Dito assim, de forma tão clara, pelo Secretário de Estado da Saúde, é outra coisa.»
João Galamba
Leal da Costa não diz que não haja dinheiro para a saúde, diz que há apenas uma preferência ideológica deste governo pelo desinvestimento no SNS e pela entrega dessas "poupanças" aos privados.
Já havia suspeitas de que era esta a política da maioria PSD-CDS. Dito assim, de forma tão clara, pelo Secretário de Estado da Saúde, é outra coisa.»
João Galamba
A culpa é sempre do porteiro

António Vitorino em 1997, durante o Governo de António Guterres, foi um dos muitos exemplos dessa prática.
Desde esse tempo para cá, os casos surgem em catadupa e não há consequências políticas a serem retiradas pelos membros do governo, com uma honrosa exceção.
A polémica originada pela Lista VIP é apenas mais um exemplo de que se pode dizer e fazer tudo, aproveitando um cargo político de relevo nacional para colocar em prática procedimentos “pidescos” e sem temer qualquer tipo de consequências.
Durante um Governo em que a Ministra da Justiça afirmava a plenos pulmões que “o tempo da impunidade acabou” e estando o povo à espera de ver alguém detido no universo Espirito Santo (entre outros casos), sabemos que a culpa dos contratos Swaps, das Secretas de Silva Carvalho, de Bernardo Bairrão, da confusão no Citius, os vistos gold, a colocação dos Professores que deixaram alunos sem aulas durante largas semanas, das mortes nas urgências hospitalares, das declarações de Passos, Portas & Cavaco sobre a sustentabilidade do BES, da Tecnoforma e as portas que o “Pedro abria” mesmo não se recordando ter ganho 5000€/mês, os descontos à Segurança Social que não foram feitos (aliás, nem sabia que os deveria fazer mesmo após ter debatido e votado a Lei de Bases da Segurança Social) ou ainda a famosa lista VIP da Autoridade Tributária que não existia mas depois passou a existir; nunca é do Governo.
Parece que a culpa é do funcionário público. Mas não é um funcionário qualquer. É o da base da hierarquia. A culpa de tudo o que se tem passado e do que virá a passar-se é, portanto, do “Porteiro”. Até porque para defender a nata da política Portuguesa temos sempre um Marco António pronto-socorro, com a sua experiência adquirida em dívidas, escândalos e défices na CM VN de Gaia. Um porta-voz impoluto e exemplar.
Ora, nunca havendo ilações a retirar, continua-se a assobiar para o ar apontando o dedo aos outros.
E por fim, num país de cofres cheios de dinheiro emprestado e a serem pagos juros usurários, parece que até já assumem que a dívida é para gerir… quem diria!
Quem diria até, que o mesmo governo que em Março de 2011 dizia que “bastava o PSD ganhar as eleições para os mercados subirem o rating” e tirarem Portugal do “Lixo”, é o mesmo que passados quatro anos, com os cofres cheios, lá vêm dizer que a culpa dos mercados não retirarem Portugal do “Lixo” é da proximidade das Eleições!
Podre democracia em que os políticos e democratas a culpam por existir. Parece que as eleições são um problema para os mercados que, de 2011 a 2015, mesmo sem legislativas, não avaliaram Portugal de forma diferente.
Infelizmente, ainda há gente a pensar à maneira de 24 de abril de 1974. Mas pelo menos nessa altura as pessoas assumiam-se.
Nelson Oliveira
in: Verdadeiro Olhar
PS abre o seu programa eleitoral à participação dos cidadãos
O Partido Socialista avança para um programa eleitoral, mais uma vez com a participação dos cidadãos.
Para além das 80 medidas já apresentadas pelo Secretário Geral, o PS tem intenção de partilhar a execução do programa eleitoral com todos os cidadãos nacionais.
Assim, todos nós podemos dar o nosso contributo para aquilo que queremos ver incluido no programa do Partido Socialista, inscrevendo as ideias no site: http://gabinetedeestudos.ps.pt/#programa-participativo
Participe.
Envolva-se.
JS Social: Festa da Primavera realizou-se no passado sábado em Nogueira
Os núcleos da Juventude Socialista de Silvares, Pias, Nogueira e Alvarenga em conjunto com a JS Lousada, levaram a cabo entre as 15h e as 22h do passado sábado, um convívio social que visava sinalizar o ínicio da Primavera, integrando num evento festivo os jovens e menos jovens destas quatro freguesias.
O evento decorreu com muita música e animação protagonizado não só pelos elementos jovens destas estruturas socialistas, mas principalmente com a excelente atuação de Ricardo Rapazola, dos grupos de Dança - Os Pienses e Os Nogueirenses, participando também os Movimentos Séniores de Silvares e de Nogueira.
Numa sessão que contou ao longo do dia com mais de 200 pessoas, a noite terminou com a atuação do Rancho de Nogueira e com um momento de confraternização com caldo verde.
Para finalizar, Rui Pereira (JS Silvares) assim como Eduarda Ferreira (JS Lousada) agradeceram a presença de todos aqueles que livremente se associaram a esta iniciativa dos 4 núcleos de freguesia da JS.
Afinal os cofres estão cheios?
(…) Maria Luís, primeiro, e Passos Coelho, depois, reafirmaram que os cofres estavam cheios. Com a dívida pública a atingir 130,2% do PIB, retiremos o montante dos depósitos do Tesouro e veremos que os “cofres cheios” são uma migalha da nossa dívida. É certo que estamos em pré-campanha, mas espera-se um pouco de decoro.»
in: Câmara Corporativa
JS acusa Governo de ser «nocivo para os estudantes»
A Juventude Socialista lamenta a falta de visão do Governo Português para a área da educação e a aparente indiferença de um Governo que, durante 3 anos, «transformou o Ministério da Educação numa mera repartição secundária do Ministério das Finanças».
João Torres considera que «o mandato de Nuno Crato apenas fica marcado pelo exercício de asfixia orçamental e pela inimputável incompetência de quem não foi capaz de melhorar a vida nem dos estudantes nem dos seus professores, transformando o ambiente escolar num ambiente de conflitualidade permanente».
Considerando que o mandato fica marcado pelo falhanço a todos os níveis, a JS aponta que «durante 4 anos Nuno Crato votou o Ensino Superior ao abandono, tendo falhado em todas as grandes reformas com que se tinha comprometido». O jovem socialista salienta que o Governo «não reviu o RJIES, não reorganizou a rede, deixou milhares de fora do sistema educativo e degradou a qualidade do ensino», acusando-o ainda de «lhe ter faltado em coragem e competência o que sobrou em descaramento e radicalismo ideológico».
No intuito de dar resposta a algumas das situações que considera particularmente gravosas, a Juventude Socialista terá esta semana em discussão na AR uma proposta de Revisão do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior, que se insere num pacote mais alargado de medidas para o Ensino Superior, entretanto já apresentadas.
Esta proposta de alteração do RJIES, já pública, advoga uma maior representatividade dos estudantes nos órgãos das Instituições de Ensino Superior e estará em discussão esta quinta-feira na Assembleia da República.
"Quem cabritos vende e cabras não tem, de algum lado lhe vêm"
O artigo de opinião que se segue é de Rodrigo Moita de Deus. Autor do blog 31 da Armada, super defensor da direita radicalizada e trabalhador às ordens de Passos Coelho.
Portanto, uma pessoa que tem sido conhecido pelo ódio à esquerda, mas que tem este texto sobre o acórdão da Relação sobre a prisão de José Sócrates.
"Só agora é que consegui ler e fiquei-me por alguns excertos. A
justiça portuguesa decidiu privar um homem da sua liberdade e
fundamentou a decisão com um ditado popular. Como um pastor faria na
taberna. Concluem que as amizades se medem em euros e acrescentam que um
empresário acumula capital.
Não é bem um acordão. É um texto de
opinião.
Com mais adjetivos e pontos de exclamação que um editor de
jornal de liceu alguma vez admitiria. Quem cabritos vende e cabras não
tem...isto é um tribunal.
A maldade sem arte é cretinice. A maldade sem
arte num juíz de direito é perigosa. Até compreendo que o pastor remate o
assunto com um português "é bem feita" mas é suposto existirem uns
senhores de toga que são educados e pagos para ir além do "é bem feita".
O tema não é a liberdade de José Sócrates. É a forma como tratamos a
nossa liberdade.
E isso estar entregue a um coletivo de pastores devia
aterrorizar qualquer pessoa de bem."
Sim, é possível manter um Governo em que um Primeiro Ministro mente.
"Como é possível manter um governo em que um primeiro-ministro mente?"
Conta de Twitter de Passos Coelho (@passoscoelho), iniciada a 6 de Março de 2010.
"Não existe nenhuma bolsa VIP (fisco)"
Governo: "Lista VIP" de contribuintes pode existir, mas não temos responsabilidade
Governo e Autarquias: Caminhos opostos
![]() |
Nelson Oliveira |
Todos os Governos da República Portuguesa desde 1974 foram alvo de uma avaliação eleitoral por parte dos cidadãos, mediante o voto popular. Sobre cada um deles, as pessoas elaboraram uma opinião, positiva ou negativa, sendo este um campo de análise muito pessoal e que varia de acordo com o entendimento e avaliação que cada um faz sobre o estilo e procedimento governativo.
No entanto, perante a governação de Passos Coelho, tal como a de José Sócrates, a avaliação popular revela-se mais extremista muito devido ao período de carência económica acentuado que vivemos.
No final do mandato da atual Coligação PSD/CDS, existem inúmeros pontos de vista que poderão vislumbrar uma sustentada crítica, mas julgo que as políticas exercidas junto do poder local merecem uma avaliação negativa e justa, dada a atuação do PM.
Desde o início do mandato legislativo que as autarquias locais foram vistas com o “parente pobre” do Estado. Este desprestígio agravou-se, quando o Governo resolve culpar os municípios pela situação financeira do país, criando uma série de regras cegas, apoiadas em alguns maus exemplos de desvario financeiro em autarquias cirurgicamente escolhidas.
É um facto inegável que muitas autarquias estavam numa situação limite, vendo-se obrigadas a recorrer ao PAEL e posteriormente ao FAM, contudo, não foi producente generalizar esta situação aos 308 municípios, promovendo um autêntico congelamento do poder local.
A par disto, o Governo conseguiu imiscuir-se das suas exclusivas responsabilidades em áreas chave como a Educação e a Ação Social, sendo as autarquias locais, com os constrangimentos financeiros conhecidos, a terem que substituir o Estado central no auxílio aos mais necessitados. Quem está, minimamente, por dentro da gestão de uma autarquia, saberá perfeitamente a percentagem de recursos indexados aos apoios sociais e à educação que paulatinamente foram crescendo nos últimos anos.
Como se não bastasse, o Estado continua no mesmo caminho. Os municípios fazem os possíveis e impossíveis para atraírem investimento, reduzindo os impostos que lhe são devidos (IMI, IRS, IMT, Derrama, etc) ao contrário da insuportável carga fiscal mantida pelo Governo, comprovada com o recente aumento astronómico do IMI, enquanto os municípios fazem tudo para o baixar.
O recente diploma que prevê a Descentralização de Competências não é mais do que uma tentativa de colocar os autarcas como “tarefeiros do centralismo” tal como a ANA PS denunciou. Com esta medida, o Governo não pretende descentralizar competências mas sim passar para os municípios os “problemas que não tem sido capazes de resolver”. As intenções Governamentais chegam ao cúmulo de sugerirem uma conveniente privatização dos serviços da Segurança Social – um pilar fundamental do Estado.
Com tantos entraves e com a reação que todas as autarquias tem tido, o poder local, esse sim, é um exemplo de governação em Portugal. É por isso que o país tem tudo a ganhar em ter um autarca como futuro Primeiro-ministro de Portugal.
No entanto, perante a governação de Passos Coelho, tal como a de José Sócrates, a avaliação popular revela-se mais extremista muito devido ao período de carência económica acentuado que vivemos.
No final do mandato da atual Coligação PSD/CDS, existem inúmeros pontos de vista que poderão vislumbrar uma sustentada crítica, mas julgo que as políticas exercidas junto do poder local merecem uma avaliação negativa e justa, dada a atuação do PM.
Desde o início do mandato legislativo que as autarquias locais foram vistas com o “parente pobre” do Estado. Este desprestígio agravou-se, quando o Governo resolve culpar os municípios pela situação financeira do país, criando uma série de regras cegas, apoiadas em alguns maus exemplos de desvario financeiro em autarquias cirurgicamente escolhidas.
É um facto inegável que muitas autarquias estavam numa situação limite, vendo-se obrigadas a recorrer ao PAEL e posteriormente ao FAM, contudo, não foi producente generalizar esta situação aos 308 municípios, promovendo um autêntico congelamento do poder local.
A par disto, o Governo conseguiu imiscuir-se das suas exclusivas responsabilidades em áreas chave como a Educação e a Ação Social, sendo as autarquias locais, com os constrangimentos financeiros conhecidos, a terem que substituir o Estado central no auxílio aos mais necessitados. Quem está, minimamente, por dentro da gestão de uma autarquia, saberá perfeitamente a percentagem de recursos indexados aos apoios sociais e à educação que paulatinamente foram crescendo nos últimos anos.
Como se não bastasse, o Estado continua no mesmo caminho. Os municípios fazem os possíveis e impossíveis para atraírem investimento, reduzindo os impostos que lhe são devidos (IMI, IRS, IMT, Derrama, etc) ao contrário da insuportável carga fiscal mantida pelo Governo, comprovada com o recente aumento astronómico do IMI, enquanto os municípios fazem tudo para o baixar.
O recente diploma que prevê a Descentralização de Competências não é mais do que uma tentativa de colocar os autarcas como “tarefeiros do centralismo” tal como a ANA PS denunciou. Com esta medida, o Governo não pretende descentralizar competências mas sim passar para os municípios os “problemas que não tem sido capazes de resolver”. As intenções Governamentais chegam ao cúmulo de sugerirem uma conveniente privatização dos serviços da Segurança Social – um pilar fundamental do Estado.
Com tantos entraves e com a reação que todas as autarquias tem tido, o poder local, esse sim, é um exemplo de governação em Portugal. É por isso que o país tem tudo a ganhar em ter um autarca como futuro Primeiro-ministro de Portugal.
in: Verdadeiro Olhar
Incubadora de Empresas em Lousada (Eduarda Ferreira)
Num tempo em que a Juventude Socialista de
Lousada luta, veementemente, pela fixação dos jovens portugueses no seu país ao
contrário da Senhora Ministra das Finanças que reitera as antigas afirmações de
Passos Coelho dizendo que temos que “relativizar a emigração jovem”, não
poderíamos receber com maior agrado o anúncio da futura criação de uma
incubadora de empresas em Lousada durante este mandato autárquico.
Assim, na apresentação do projeto Tâmega e
Sousa Empreendedor que decorreu no passado dia 3 de Fevereiro, bem como em
plena Assembleia Municipal, o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Lousada
informou os presentes que a autarquia tinha vindo a estudar esta hipótese e,
com a apresentação do projeto da Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, esta
realidade ganha uma força e escala ainda maior por albergar consigo o
envolvimento de todos os concelhos do Vale do Sousa e Baixo Tâmega.
A JS Lousada vem por este meio mostrar a
sua plena satisfação com a abertura e visão demonstradas pelo executivo
socialista liderado por Pedro Machado em políticas promotoras da Juventude, que
desta forma criará um espaço especialmente desenvolvido para os jovens lançarem
as suas ideias empresariais, com o apoio logístico da autarquia e com uma rede
profissionalizada de apoio intermunicipal.
Sendo este tema um dos pilares na
elaboração do compromisso eleitoral das autárquicas 2013 (ponto 1.5.3) pela JS
Lousada, e por vermos que começa a existir espaço para a sua concretização, a
par do já implementado Orçamento Participativo Jovem, congratulamos uma
iniciativa que poderá auxiliará os jovens lousadenses que se lancem no caminho
do empreendedorismo.
Eduarda Ferreira
Presidente da JS Lousada
in: TVS
Subscrever:
Mensagens (Atom)