Censos - Lousada é o concelho mais jovem de Portugal Continental


Para recordar - Censos 2011 (os próximos censos serão realizados em 2021)


FONTE: PORDATA, INE – X a XV Recenseamentos Gerais da População




Zona geográfica


Índice de Envelhecimento
2001
2011
Norte
79,8
113,3
Tâmega
56,7
81,5
Lousada
40,1
59,3
 



Análise dos indicadores


_ O índice de dependência total é um indicador que permite uma perceção sobre o esforço que a sociedade exerce sobre a população ativa, ou seja, permite medir os encargos potenciais que pesam sobre esta população.

_Os resultados dos Censos 2011 permitem quantificar que o esforço da sociedade sobre a população ativa se agravou na última década em 4% e que, a menos que se verifique uma inversão da diminuição da natalidade, este indicador tenderá a agravar-se. O seu agravamento é resultado do aumento do índice de dependência de idosos que aumentou cerca de 21% na última década e do índice de dependência de jovens que no mesmo período, teve um comportamento contrário, assinalando uma diminuição de cerca de 6%.

_O índice de dependência de jovens diz-nos os encargos potenciais que pesam sobre a população ativa. Em Lousada, por cada 100 indivíduos em idade ativa, existem 26 jovens.

_O índice de dependência de idosos permite medir os encargos potenciais que pesam sobre a população ativa. Em Lousada, por cada 100 indivíduos em idade ativa existem, 15,7 idosos.

_Finalmente, no que diz respeito ao índice de envelhecimento, em Lousada, por cada 100 jovens com menos de 15 anos, existem 59 idosos. Valor que aumentou na ultima década, pois em 2001 verificava-se 40 idosos por cada 100 jovens com menos de 15 anos.

_ O agravamento do envelhecimento da população de Lousada é comum ao que acontece a Norte, onde se verificam 113,3 idosos para cada 100 jovens em 2011, em contraponto, com os 79,8 idosos em 2001 e mais especificamente, ao que se verifica na sub-região do Tâmega onde o movimento é o mesmo – a percentagem de idosos está a aumentar - 81,5 idosos para cada 100 jovens em 2011 e 56,7 idosos para cada 100 jovens em 2001.

_ Apesar deste cenário verifica-se que Lousada continua a ser o concelho menos envelhecido de Portugal continental. Apresentado um índice de envelhecimento de 59,3, em contraponto, com o índice de envelhecimento de Portugal que é de 127,8.
 

Câmara de Lousada entre as 10 mais transparentes do país

Índice foi divulgado esta sexta-feira pela Transparência e Integridade – Associação Cívica. Ranking é liderado por Alfândega da Fé
Câmara de Lousada entre as 10 mais transparentes do país
A Câmara Municipal de Lousada está entre as 10 mais transparentes do país. Os dados são do Índice de Transparência Municipal (ITM), realizado pelo segundo ano consecutivo pela Transparência e Integridade – Associação Cívica (TIAC) e foram revelados esta manhã, em Lisboa. Em relação a 2013, a autarquia lousadense subiu vários patamares na tabela, passando da 229.ª posição para a 8.ª, com 60 pontos. Mais transparentes que o município de Lousada são o de Alfândega da Fé, Carregal do Sal, Torres Novas, Porto de Mós, Mirandela, Évora e Marinha Grande.

Se as seis autarquias que conseguiram mais de 64 pontos, têm um bom desempenho, as que têm entre os 36 e os 63 pontos – 114 no total – têm nota "aceitável" no que toca ao índice de transparência. No ano passado, nenhum dos 308 municípios tinha chegado ao topo da tabela. Este ano, além dos seis municípios a conseguirem atingir o melhor desempenho, houve ainda um maior esforço das câmaras para responder ao índice, salientam os responsáveis pelo estudo. Na primeira edição, a TIAC recebeu 29 respostas e este ano esse número subiu para as 126.

O ITM revela o grau de transparência de cada município, medido através da página de internet de cada autarquia e analisando o volume e o tipo de informação disponibilizada aos munícipes. São considerados 76 indicadores, agrupados em sete dimensões que passam pela informação sobre a organização, composição social e funcionamento do município; planos e relatórios; impostos, taxas, tarifas, preços e regulamentos; relação com a sociedade; contratação pública; transparência económico-financeira; e transparência na área do urbanismo. A cada município é depois atribuído um índice entre os zero e os 100 pontos. in: Verdadeiro Olhar

“É a economia…” diz James Carville

Nas últimas semanas, temos assistido a um autêntico desabamento do castelo de cartas social-democrata, não só no país mas também em Lousada.

Escusando a comentar algumas tentativas odiosas envoltas em ataques pessoais onde se vislumbra mais do mesmo na forma de se fazer oposição, cumpre-me apenas abordar a componente política.

O PSD Lousada, relativamente à notícia do Anuário Financeiro que colocava Lousada nos 25 municípios com maior eficiência do país, afirmou por intermédio do seu Presidente, e passo a citar: “a CM Lousada terá em 2014 um passivo de 18M€ face a um orçamento real de 22M€”.

Em primeiro lugar, há uma notória confusão sobre o que é o conceito de “Passivo” e “Orçamento Real” com os valores apresentados. Não querendo explorar estas designações financeiras, uma vez que desde logo se desmonta facilmente os números (errados por sinal!), importa realçar a argumentação política, tentando lançar uma propositada confusão entre dívida total prevista e receita prevista do orçamento (2014).

Mesmo que os números estivessem corretos, para quem possa ler a frase, dá a sensação que a CM Lousada teria 4M€ para um ano. Nada mais ridículo, nada mais falso, mas… valeu a frágil tentativa!

Se o PSD Lousada quer relacionar a dívida total prevista com receita anual prevista em 2014, para chegar a uma conclusão económica do rumo da autarquia, este não é, no mínimo, um caminho sério.
O PSD Lousada sabe, mas não quer dizer, que a divida prevista de 18M€ (que na verdade será efetivamente menor que este valor) é plurianual e portanto será paga consoante os prazos legais e não apenas num ano como querem induzir as pessoas em erro.

No entanto, se quisermos seguir esta “lógica”, até observamos o elogio à boa situação financeira de Lousada uma vez que quando comparados com a maioria dos municípios, a divida total destes é muito superior à sua receita anual, ao passo que em Lousada, se quiséssemos por mera hipótese teórica pagar a dívida em apenas um ano, conseguíamos e ainda sobrava dinheiro. Em jeito de comparação vejamos por exemplo Aveiro, com uma dívida total de 150M€ e uma receita anual de 44M€ (diferença de -96M€) in: “JN”.

Este argumento torna-se ainda mais grotesco quando o aplicamos ao Estado. Se enveredarmos pela teoria do Presidente do PSD Lousada e aplicando-a ao país, segundo os dados do Banco de Portugal, a dívida total do país em 2014 ronda os 223, 148 mil M€ (in: Pordata) ao passo que a receita total prevista no OE2014 ronda os 177 mil M€ (in: Ministério das Finanças) – uma diferença negativa de -46 mil M€. Seria a perfeita bancarrota. O desastre total imediato.


Depois de sucessivos documentos isentos e até emanados junto dos Ministérios sob a atual alçada do PSD, a Coligação Lousada Viva ainda não percebeu que o povo está informado e sabe que a condição financeira da CM Lousada é perfeitamente clara e sustentável. Só uma pobreza de ação política e um esgotar definitivo de ideias de oposição, podem crer que o caminho de enxovalhar pessoalmente o executivo da CM Lousada e as contas públicas da autarquia, é a solução!
in: Verdadeiro Olhar

Condecorações


"Senhor Presidente, não dê ouvidos a Ascenso. Não se deixe pressionar. Não condecore Sócrates. É que ele (Sócrates) não merece tamanha nódoa no seu currículo."
      Augusto Santos Silva, no Facebook, aconselhando Cavaco Silva a ignorar a reclamação de Ascenso Simões (in: CC)